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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sociedade Civil e Sociedade Civil Organizada

Ivan Claudio Marx
Delegado Polícia Federal
1- Introdução
A evolução da humanidade, a criação do Estado e suas diferentes facetas sempre representaram temas de grande relevo para as ciências sociais e humanas. Estes temas, que tanto despertaram o interesse dos teóricos, encontraram sempre como ponto comum a seguinte análise: o ser e o agir da Sociedade civil. Este texto objetiva fazer breves considerações sobre o conceito de Sociedade civil e sua atuação, desde as suas primeiras conotações até o sentido hoje corrente, inclusive passando pela chamada "Sociedade civil organizada".
Sem dúvida, trata-se de uma expressão dotada de algumas peculiaridades interessantes. O emprego deste termo teve uma intrigante evolução, com vários significados sucessivos até o último, que é o mais usado hoje, e que de certa forma representa uma inversão de sentido em relação ao primeiro.
Destaque-se, ainda, que a sua conotação assumiu historicamente um sentido oposicionista. Isto pode ser vislumbrado desde Aristóteles, que lançava mão da dicotomia Sociedade civil-família. Dessa forma, originalmente identificado pelos jusnaturalistas como sinônimo de sociedade política ou Estado em oposição ao Estado de natureza, o conceito acabou perdendo a conotação estatal e assumindo diversas acepções que assim delinearam-se conforme a instituição a ser oposicionada pelos teóricos. Essa evolução culminou com o sentido hoje corrente, amplamente difundido por Marx, de Sociedade civil como algo oposto ao Estado. Da mesma forma, a "Sociedade civil organizada" vem recebendo uma conceituação oposicionista, como pode vislumbrar-se da denominação ONGs [01], dedicada às organizações internacionais da sociedade civil que buscam atuação na esfera política. Como pode-se notar, este termo refere-se àquilo que não seja estatal.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Manifesto dos Iguais

MANIFESTO DOS IGUAIS
 Gracchus Babeuf* (1760-1797)


Povo da França!


Durante perto de vinte séculos viveste na escravidão e foste por isso demasiado infeliz. Mas desde há seis anos que respiras afanosamente na esperança da independência, da felicidade e da igualdade.

A igualdade! - primeira promessa da natureza, primeira necessidade do homem e elemento essencial de toda a legítima associação! Povo da França, tu não ficaste mais favorecido do que as outras nações que vegetam sobre esta mísera terra! Sempre e em qualquer lado, a pobre espécie humana, vítima de antropófagos mais ou menos astutos, foi joguete de todas as ambições, pasto de todas as tiranias. Sempre e em qualquer lado se adulou os homens com belas palavras, mas nunca e em lugar nenhum obtiveram eles aquilo que, através das palavras, lhes prometeram. Desde tempos imemoriais se vem repetindo hipocritamente: os homens são iguais. Mas desde há longo tempo que a desigualdade mais vil e mais monstruosa pesa insolentemente sobre o gênero humano.
Desde a própria existência da sociedade civil, o atributo mais belo do homem vem sendo reconhecido sem oposição, mas nem uma só vez pôde ver-se convertido em realidade: a igualdade nunca foi mais do que uma bela e estéril ficção da lei. E hoje, quando essa igualdade é exigida numa voz mais forte do que nunca, a resposta é esta: "Calai-vos, miseráveis! A igualdade não é realmente mais do que uma quimera; contentai-vos com a igualdade relativa: todos sois iguais em face da lei. Que quereis mais, miseráveis?" Que mais queremos? Legisladores, governantes, proprietários ricos; é agora a vossa vez de nos escutardes.
Todos somos iguais, não é verdade? Este é um princípio incontestável, porque ninguém poderá dizer seriamente, a não ser que esteja atacado de loucura, que é noite quando se vê que ainda é dia. Pois bem, o que pretendemos é viver e morrer iguais já que como iguais nascemos: queremos a igualdade efetiva ou a morte.
Não importa qual o preço, mas havemos de conquistar essa igualdade real. Ai daqueles que se interponham entre ela e nós! Ai de quem se oponha a um juramento formulado desta forma!
A Revolução Francesa não é mais do que a vanguarda de outra revolução maior e mais solene: a última revolução.
O povo passou por cima dos corpos do rei e dos poderosos coligados contra ele; e assim acontecerá com os novos tiranos, com os novos tartufos políticos sentados no lugar dos velhos.

De que mais precisamos além da igualdade de direitos?

Temos apenas necessidade dessa igualdade, da qual resulta a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão: queremos vê-la entre nós, sob o teto das nossas casas. Estamos dispostos a tudo, a fazer tábua-rasa de tudo o mais, apenas para conservar a igualdade. Pereçam, se for necessário, todas as artes, desde que se mantenha de pé a igualdade real!

Legisladores e governantes, com tão pouco engenho como boa fé, proprietários ricos e sem coração, em vão tentais neutralizar a nossa sagrada missão dizendo: "Eles não fazem mais do que reproduzir aquela lei agrária exigida já por diversas vezes no passado".

Caluniadores, calai-vos pela vossa parte e, em silêncio de confissão, escutai as nossas pretensões, ditadas pela natureza e baseadas na justiça.

A lei agrária, ou a divisão da terra, foi aspiração momentânea de alguns soldados sem princípios, de algumas populações incitadas pelo seu instinto mais do que pela razão. Nós temos algo de mais sublime e de mais eqüitativo: o bem comum, ou a comunidade de bens! Nós reclamamos, nós queremos desfrutar coletivamente dos frutos da terra: esses frutos pertencem a todos.

Declaramos que, posteriormente, não poderemos permitir que a imensa maioria dos homens trabalhe e esteja ao serviço e ao mando de uma pequena minoria.

Há muito tempo já que menos de um milhão de indivíduos tem vindo a dispor de quanto pertence a mais de vinte milhões de semelhantes seus, de homens que são em tudo iguais a eles.

Devemos pôr termo a este grande escândalo, que os nossos netos não quererão acreditar possa ter existido! Devemos fazer desaparecer, finalmente, essas odiosas distinções de classes entre ricos e pobres, entre grandes e pequenos, entre senhores e servos, entre governantes e governados.

Que entre os homens não exista mais nenhuma diferença do que aquela que lhes é dada pela idade e pelo sexo. E, porque todos temos as mesmas necessidades e as mesmas faculdades, que exista, portanto, uma única educação para todos e um idêntico regime de alimentação. Toda a gente se sente satisfeita por dispor do sol e do mesmo ar que respira. Porque não há de acontecer o mesmo com a quantidade e a qualidade dos alimentos?

Mas é verdade que já os inimigos da ordem de coisas mais natural que imaginar se possa protestam e clamam contra nós.

Desorganizadores e facciosos, dizem-nos eles, vós só desejais que exista anarquia e massacre.

Povo da França!

Não desejamos perder tempo a responder a esses senhores, mas a ti dizemos-te: a sagrada tarefa em que estamos empenhados não tem outro objetivo que não seja pôr termo às lutas civis e à miséria pública.

Nunca foi concebido e posto em execução um plano mais vasto do que este. De vez em quando, alguns homens de talento, homens inteligentes, falaram em voz baixa e temerosa desse plano. Mas nenhum deles, claro, teve a coragem necessária para dizer toda a verdade.

Chegou a hora das grandes decisões. O mal encontra-se no seu ponto culminante, está a cobrir toda a face da terra. O caos, sob o nome de política, há já demasiados séculos que reina sobre ela. Que tudo volte, pois, a entrar na ordem exata e que cada coisa torne a ocupar o seu posto. Ao grito de igualdade, os elementos da justiça e da felicidade estão a organizar-se. Chegou o momento de fundar a República dos Iguais, este grande refúgio aberto a todos os homens. Chegaram os dias da restituição geral. Famílias sacrificadas, vinde todas sentar-vos à mesa comum posta para todos os vossos filhos.

Povo da França!

A ti estava, pois, reservada a mais esplendorosa de todas as glórias! Sim, tu serás o primeiro que oferecerá ao Mundo este comovedor espetáculo.

Os hábitos inveterados, os antigos preconceitos, farão novamente tudo para impedir a implantação da República dos Iguais. A organização da igualdade efetiva, a única que satisfaz todas as necessidades sem provocar vítimas, sem custar sacrifícios, talvez em princípio não agrade a todos. Os egoístas, os ambiciosos, rugirão de raiva. Os que conquistaram injustamente as suas possessões dirão que está a cometer-se uma injustiça em relação a eles. Os prazeres individuais, os prazeres solitários, as comodidades pessoais, serão motivo de grande pesar para os indivíduos que sempre se caracterizaram pela sua indiferença ante os sofrimentos do próximo. Os amantes do poder absoluto, os miseráveis partidários da autoridade arbitrária, baixarão pesarosos as suas soberbas cabeças perante o nível da igualdade real. A sua visão estreita dificilmente penetrará no próximo futuro da felicidade comum. Mas que podem fazer alguns milhares de descontentes contra uma massa de homens completamente satisfeitos de terem procurado durante tanto tempo uma felicidade que sempre tiveram à mão?

Logo que se verificar esta autêntica revolução, estes últimos, estupefatos, dirão uns aos outros: "Como custava tão pouco conseguir a felicidade comum! Era necessário apenas ter o desejo de alcançá-la. E por que não fizemos isso há mais tempo?" Será preciso repetir sempre uma e outra vez? Sim, sem dúvida, basta que sobre a terra um homem seja mais rico e mais poderoso do que os seus semelhantes, do que os seus iguais, para que o equilíbrio se quebre e o crime e a desgraça invadam o Mundo.

Povo da França!

Quais os sinais que nos permitem reconhecer as qualidades de uma Constituição? Aquela que se apóia integralmente sobre a igualdade é, na realidade, a única que te convém, a única que satisfaz as tuas aspirações.

As cartas aristocráticas dos anos 1791 e 1795, em vez de romper as tuas cadeias, vieram consolidá-las. A de 1793 supôs ser um grande passo no sentido da igualdade real, mas não conseguiu todavia esse objetivo e não apontou diretamente para a igualdade comum, embora consagrasse solenemente o grande princípio dessa igualdade.

Povo da França!

Abre os olhos e o coração para a plenitude da felicidade; reconhece e proclama conosco a República dos Iguais.

*Marx considerava Babeuf o “primeiro comunista ativista” e a Conjuração do Iguais o "primeiro partido comunista".
Rosa de Luxemburgo, Babeuf é "o primeiro precursor dos levantes revolucionários do proletariado".

fonte: http://www.marxists.org/

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta Feira da Paixão–22/04/11

Manhã de sexta feira da paixão, lembrei do nada do Oficio rezado aqui em casa no último sábado (ver 2º Encontro – Oficio Divino das Comunidades) no último sábado, até pela partilha que houve após a leitura da Palavra. Na oportunidade a Janaina levantou a questão da recepção do povo para com Jesus quando da chegada em Jerusalém, questionando como é que o povo que recebe Jesus daquele jeito o condena depois de alguns dias. Nesse momento o Xeno nos explicou com propriedade sobre o ocorrido, colocando todo o contexto da época e da situação, que não foi o mesmo povo, que havia um pano de fundo político por trás disso, e que tudo foi feito na calada da noite justamente para que o povo não estivesse presente e não pudesse contestar tal ato.
Embora o Xeno tenha razão e esclarecido bem a situação à Janaina, tenho para mim e o coloquei naquele dia, de maneira diferente, para mim gosto de acreditar que foi o mesmo povo como a Jana começou o seu questionamento, mas para refletir o quanto nossa memória (povo) é curta e esquecemos facilmente aquilo que nos é caro e importante. Olha que em uma semana o povo que acolhe Jesus o leva a crucificação, não por acaso Deus ao longo da história faz tantas alianças com o seu povo no sentido de que não esqueçam dele e do projeto que ele tem para cada um de nós. E o fato de estarmos lembrando hoje desse momento e fazendo memória de todo seus sofrimento prova que se fazia necessário essa última e eterna aliança.
Cabe a nós então não perdermos o sentido da história e da caminhada do nosso povo, procurando celebrar nossos memoriais, não esquecer àqueles a exemplo de Jesus, caíram tombados ou foram perseguidos por estarem lutando pelo povo.
Não esquecermos daqueles que fazem mal ao povo, enganando-os na calada da noite com atos vis, imorais, atentando contra a vida em todas as suas formas.
É nosso dever e missão lembrar a todos isso, não se fazer calar, fazer refletir, possibilitar a todos o direito de opinar, sonhar, criar e viver a vida plena e em abundância.
Que a paixão seja inspiração, que a Pascoa seja realmente renovação e feliz vida nova.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

2º Encontro - Oficio Divino das Comunidades

No último sábado dia 16/04/11 mais uma vez nos encontramos para rezar juntos o Oficio Divino das Comunidades.
Este encontro foi marcado pelo aumento de amigos participando, nesse tivemos a presença de Lourença, Janaina, Adriana, Xeno, Carina, Camila, Carol, Jeferson, a uma nova amiga a Gislaine que esta ajudando o pessoal na PJ (seja bem vinda) além da Clari e esse que relata o fato.
Após como de praxe como ao que parece esta virando tradição fomos ao IA para comer uma pizza e tomar uma cervejinha…
Foi mais uma noite muito bonita de partilha de fé e de amizade… obrigado aquém pode estar presente e desde já renovamos o convite para nos reunirmos novamente no próximo dia 07/05 na casa da Lourença.
Uma dica legal é preparar melhor o ambiente, nas duas primeiras foi tudo meio atropelado…

Abaixo segue a foto tirada no dia e o link com o roteiro
Celebração Oficio

https://docs.google.com/document/pub?id=1ZlrbWSN-FLXJ6JK-78f9I2SR0qOeGf5dlUUkRxeT6as

domingo, 20 de março de 2011

Oficio Divino das Comunidades

Ontem a noite (19/03/11 Dia de São José – e dia que segundo o pai do Xeno é dia de colher Pinhão – esse símbolo foi um dos destaques de nosso oficio) na casa  do grande Xeno celebramos pela primeira vez o Oficio Divino das Comunidades, depois de algum tempo longe de nossas atividades pastorai, foi um momento muito bonito porque mesmo estando em apenas 4 pessoas (eu, Clariza, Carol e o Xeno), pudemos através dele, matar a saudade dos nossos tempos de caminhada na PJ. Assumimos o compromisso de todo o terceiro sábado do mês nos reunirmos para celebramos juntos.
O convite fica aberto a todos que quiserem participar conosco desse momento tão rico e singelo. O Xeno ficou de nos encaminhar a foto tirada depois do oficio. E tão logo tenha posto aqui… valeu… abraços…
abaixo segue o roteiro…

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Jesus era Velho–Rascunho

Tem uma coisa que vem me deixando intrigado nos últimos tempos, talvez seja pela idade passando, esse negócio do Jesus Jovem.
Faz um tempinho tenho pensando nisso, no final do ano passado estive em uma reunião na mitra, com adultos e jovens que estão trabalhando ou trabalharam com jovens, e do meu lado sentou a minha amiga Flavia dos velhos e bons tempos de setor portão e como não paramos de conversar logo a Flávia veio com essa de apresentar esse Jesus Jovem a juventude, que esse deve ser um pouco do sentindo da evangelização, mostrar um Jesus presente, dinâmico e ativo no meio da juventude.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Invictus

Autor: William E Henley
Tradutor: André C S Masini
Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

domingo, 26 de setembro de 2010

Pequena Lembrança aos 25 Anos do JUC

Hoje o grupo de jovens que iniciei minha caminhada comemorou 25 anos de caminhada, houve uma missa que infelizmente não pude ir, e também o encerramento do 18º encontro do JUC. Deve ter sido com certeza uma missa muito bonita mesmo, os encerramentos de encontro do JUC são memoráveis.

E essas celebrações são bem bacanas pelo fato de fazer memória de tantos momentos importantes na minha vida e de todos os Jucaios. E hoje mais ainda pude durante o dia recordar várias dessas lembranças e em especial dos amigos e companheiros de caminhada.

E de todos, e aqui incluo principalmente aqueles que tive a felicidade de conhecer acho que dois merecem uma atenção especial o Fabiano (Cascão) e o Bueno (Ricardo), acredito que sem a liderança desses dois o JUC não teria chegado a festa dessa noite, pois nos anos mais difíceis da caminhada do grupo, eles juntos com tantos outros seguraram a peteca do grupo e não deixaram a chama se apagar.

Acho que nunca tive a oportunidade de falar isso para eles mas a esses dois grandes Jucaios hoje o meu obrigado.

E além dos dois gostaria de homenagear a todos os outros Jucaios desde o inicio até os novos que nesse final de semana passaram a ser uma velinha (o símbolo do JUC é uma vela, todos os que participaram do grupo em algum momento tornam-se velas que tem como missão levar essa luz (chama) a outros jovens), por isso dedico o texto do Eduardo Galeano abaixo a todos nós que fizemos e faremos parte dessa história.

Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos uma mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso – revelou – Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas.
Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
                                                             Eduardo Galeano – O Livro dos Abraços

Aos jovens hoje que participam e venham a participar do grupo meus parabéns e continuem sempre firmes na caminhada, aos que participaram meu muito obrigado por terem tornado minha vida mais significativa.

Com nostalgia dos velhos e diferentes tempos.

Aureo

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Valeu - Paulo Leminski

Dois namorados olhando o céu
Chegam a mesma conclusão
Mesmo que a terra não passe da próxima guerra
Terra.... mesmo assim valeu.

Valeu encharcar esse planeta de suor
Valeu esquecer das coisas que eu sei de cor
Valeu encarar essa vida que podia ser melhor

Valeu.... valeu... (valeu....)
Valeu.... valeu...
Valeu ... valeu...
Valeu.... valeu...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Escreva sua história pelas suas próprias mãos

Olá... esse é o terceiro blog iniciado... por este blogueiro amador... e provavelmente... eu crie ainda muitos outros... até achar a mão certa... e esse que é o barato disso... pois vou descobrindo sempre alguma coisa nova e diferente...

Para começar esse blog... resolvi postar uma música que conheço... a uns 18 anos mais ou menos... e ela já não era muito nova... mas é uma música que tenho ouvido muito ultimamente... e de certa forma tem tudo haver com a idéia de um blog... é uma música do zé geraldo... chamada Como diria Dylan... é uma música que fala de protagonismo... que não importa a idade... o que digam de você... para não temer a violência e nem acreditar nos falsos líderes que passeiam pelo nosso país... mas que sim devemos acreditar em nós mesmos... e mudar essa situação toda que esta aí...

espero que gostem da letra da música

Como Diria Dylan
Zé Geraldo


Hei você que tem de 8 a 80 anos
Não fique aí perdido como ave sem destino
Pouco importa a ousadia dos seus planos
Eles podem vir da vivência de um ancião ou da inocência de um menino
O importante é você crer na juventude que existe dentro de você

Meu amigo meu compadre meu irmão
Escreva sua história pelas suas próprias mãos

Nunca deixe se levar por falsos líderes
Todos eles se intitulam porta vozes da razão
Pouco importa o seu tráfico de influências
Pois os compromissos assumidos quase sempre ganham subdimensão
O importante é você ver o grande líder que existe dentro de você

Meu amigo meu compadre meu irmão
Escreva sua história pelas suas próprias mãos

Não se deixe intimidar pela violência
O poder da sua mente é toda sua fortaleza
Pouco importa esse aparato bélico universal
Toda força bruta representa nada mais do que um sintoma de fraqueza.
O importante é você crer nessa força incrível que existe dentro de você

Meu amigo meu compadre meu irmão
Escreva sua história pelas suas próprias mãos