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sexta-feira, 2 de março de 2012

Adeus Muchachos

Essa música me lembra os meus tempos de infância, ouvi
ela em uma novela da Globo e nunca mais esqueci. Queria que ela tivesse tocado em meu casamento, mas com a correria acabei esquecendo dela naqueles dias. Hoje lembrei dela e resoli postar aqui para matar saudades dos amigos e não perde-la mais. Abaixo a letra.

Adeus muchachos, companheiros desta vida,
Adeus amigos, meus camaradas,
Já chega o tempo, de empreender a retirada,
Chegou o dia do adeus, rapaziada,
Adeus amigos, eu me vou resignado,
Sem tristes queixas, sentimentais,
Já terminaram, para mim todas as farras,
Meu corpo exausto, não resiste mais.

Perfumes do oriente,
Alcovas de cetim,
Um beijo, um riso ardente,
Um paraíso enfim,
Mulheres, juventude,
Amores, alegria,
A vida inteira passa,
Em louca fantasia,
Á prata em meus cabelos,
Cansaço em minhas mãos,
No peito eu sinto gelo,
Em vez do antigo ardor,
Não há mais sol, há sombras,
Nos dias meus,
Adeus rapaziada,
Adeus, adeus.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

35 anos

No dia 14 de maio completei iniciei meu trigésimo quinto ano de vida, graças a Deus nesses anos todos, tive o prazer como descobri recentemente, em uma revisão de vida que fiz, que sou uma pessoa feliz que pode realizar 80% dos meus objetivos. E nos dias do anteriores e posteriores uma música ficou rodando muito minha cabeça, e então para celebrar esse período posto a música para vocês…

Velho Garotão
Osvaldo Montenegro

Gostava daquele jeito maneiro
De andar meio de lado displicente, velho garotão
No ano de 1985
Eu cheguei a usar bermuda e dizer muito palavrão
A marca do cigarro era o "mais barato possível"
A marca do cigarro era preciso
Ele era um tal de james blue
Que andava muito louco
E vez em quando arrebentava de paixão
É claro que queria ser bem mais do que podia
Dançar um reggae underground ao som do balafon
Usar boné de yankee no cabelo noite e dia
E ouvir gilberto gil na velocidade do som
A marca do cigarro era o "mais barato possível"
A marca do cigarro era preciso
Ele era um tal de james blue
Que andava muito louco
E vez em quando arrebentava de paixão
Gostava do tempo do não se faz mais namorada como antigamente
(muito se fazia então)
Gostava do gosto que as coisas tinham, de andar meio de lado
Displicente velho garotão

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta Feira da Paixão–22/04/11

Manhã de sexta feira da paixão, lembrei do nada do Oficio rezado aqui em casa no último sábado (ver 2º Encontro – Oficio Divino das Comunidades) no último sábado, até pela partilha que houve após a leitura da Palavra. Na oportunidade a Janaina levantou a questão da recepção do povo para com Jesus quando da chegada em Jerusalém, questionando como é que o povo que recebe Jesus daquele jeito o condena depois de alguns dias. Nesse momento o Xeno nos explicou com propriedade sobre o ocorrido, colocando todo o contexto da época e da situação, que não foi o mesmo povo, que havia um pano de fundo político por trás disso, e que tudo foi feito na calada da noite justamente para que o povo não estivesse presente e não pudesse contestar tal ato.
Embora o Xeno tenha razão e esclarecido bem a situação à Janaina, tenho para mim e o coloquei naquele dia, de maneira diferente, para mim gosto de acreditar que foi o mesmo povo como a Jana começou o seu questionamento, mas para refletir o quanto nossa memória (povo) é curta e esquecemos facilmente aquilo que nos é caro e importante. Olha que em uma semana o povo que acolhe Jesus o leva a crucificação, não por acaso Deus ao longo da história faz tantas alianças com o seu povo no sentido de que não esqueçam dele e do projeto que ele tem para cada um de nós. E o fato de estarmos lembrando hoje desse momento e fazendo memória de todo seus sofrimento prova que se fazia necessário essa última e eterna aliança.
Cabe a nós então não perdermos o sentido da história e da caminhada do nosso povo, procurando celebrar nossos memoriais, não esquecer àqueles a exemplo de Jesus, caíram tombados ou foram perseguidos por estarem lutando pelo povo.
Não esquecermos daqueles que fazem mal ao povo, enganando-os na calada da noite com atos vis, imorais, atentando contra a vida em todas as suas formas.
É nosso dever e missão lembrar a todos isso, não se fazer calar, fazer refletir, possibilitar a todos o direito de opinar, sonhar, criar e viver a vida plena e em abundância.
Que a paixão seja inspiração, que a Pascoa seja realmente renovação e feliz vida nova.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Jesus era Velho–Rascunho

Tem uma coisa que vem me deixando intrigado nos últimos tempos, talvez seja pela idade passando, esse negócio do Jesus Jovem.
Faz um tempinho tenho pensando nisso, no final do ano passado estive em uma reunião na mitra, com adultos e jovens que estão trabalhando ou trabalharam com jovens, e do meu lado sentou a minha amiga Flavia dos velhos e bons tempos de setor portão e como não paramos de conversar logo a Flávia veio com essa de apresentar esse Jesus Jovem a juventude, que esse deve ser um pouco do sentindo da evangelização, mostrar um Jesus presente, dinâmico e ativo no meio da juventude.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dois Negros ou melhor três, pensando bem 4… na verdade foram tantos

Ontem, sempre o domingo, após uma corrida muito bacana de Stock Car na TV, o esporte espetacular passou uma matéria muito bacana sobre a homenagem que o exército fez ao Rei do Futebol, o senhor Edson Arantes do Nascimento, ou para ficar mais fácil Pelé.
Foi como disse uma matéria muito bacana, porque ressaltou o Pelé como um mensageiro da Paz, ou melhor como um soldado da Paz. Um homem que foi capaz de parar duas guerras civis para que por alguns momentos homens, soldados (talvez sem consciência, ou cientes de sua responsabilidade, ou ainda apenas obedecendo ordens) voltassem a ter sonhos de meninos. Na outra conseguiu com que cristão, mulçumanos e judeus sentassem-se lado a lado nas arquibancadas de um estádio, talvez até confraternizando-se como velhos amigos e irmãos que não se encontravam há muitos anos.
Muito bonito que me fez lembrar logo de imediato do grande Mohamed Ali o homem que também parou um guerra e fez um país se render ao esporte.

domingo, 26 de setembro de 2010

Pequena Lembrança aos 25 Anos do JUC

Hoje o grupo de jovens que iniciei minha caminhada comemorou 25 anos de caminhada, houve uma missa que infelizmente não pude ir, e também o encerramento do 18º encontro do JUC. Deve ter sido com certeza uma missa muito bonita mesmo, os encerramentos de encontro do JUC são memoráveis.

E essas celebrações são bem bacanas pelo fato de fazer memória de tantos momentos importantes na minha vida e de todos os Jucaios. E hoje mais ainda pude durante o dia recordar várias dessas lembranças e em especial dos amigos e companheiros de caminhada.

E de todos, e aqui incluo principalmente aqueles que tive a felicidade de conhecer acho que dois merecem uma atenção especial o Fabiano (Cascão) e o Bueno (Ricardo), acredito que sem a liderança desses dois o JUC não teria chegado a festa dessa noite, pois nos anos mais difíceis da caminhada do grupo, eles juntos com tantos outros seguraram a peteca do grupo e não deixaram a chama se apagar.

Acho que nunca tive a oportunidade de falar isso para eles mas a esses dois grandes Jucaios hoje o meu obrigado.

E além dos dois gostaria de homenagear a todos os outros Jucaios desde o inicio até os novos que nesse final de semana passaram a ser uma velinha (o símbolo do JUC é uma vela, todos os que participaram do grupo em algum momento tornam-se velas que tem como missão levar essa luz (chama) a outros jovens), por isso dedico o texto do Eduardo Galeano abaixo a todos nós que fizemos e faremos parte dessa história.

Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos uma mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso – revelou – Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas.
Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
                                                             Eduardo Galeano – O Livro dos Abraços

Aos jovens hoje que participam e venham a participar do grupo meus parabéns e continuem sempre firmes na caminhada, aos que participaram meu muito obrigado por terem tornado minha vida mais significativa.

Com nostalgia dos velhos e diferentes tempos.

Aureo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quando você não tem nada para escrever, Não escreva.

Tédio criativo… só tenho trabalhado… muito trabalho mesmo… e eu aqui enchendo o saco de vocês com minhas lamentações… poderia ter parado no título… e já seria ótimo… mas não… não sigo o meu próprio título… e fico enchendo de linguiça um espaço que com certeza poderia ser melhor aproveitado… mas como no caso do papel… aqui também se aceita tudo… pena que essa tela não pode se revoltar… já pensaram o bem que faria a humanidade… uma revolução das telas de computador… ou dos teclados… ou de todos os periféricos de informática… revoltando-se contra pessoas como eu que maltratam suas existências… ou as obrigam a fazer coisas como essa… acho que vou criar uma campanha… abaixo o maltrato das telas de computadores e dos editores de texto que tem que aceitar tudo… que pior ainda… além de aceitarem… tem que nos ajudar na pontuação… só porque matamos as aulas de português… a fina flor do lácio… nas palavras do poeta…
bom agora a m…. já esta feita… está aí… quem quiser leia… quem não quiser… também vai ter que ler… pois com certeza você chegou até aqui… e agora esta rindo de você mesmo… e se praguejando por ter começado a ler… mas não fique triste… pois você daqui há alguns segundos mudará de blog… na maior alegria… pior será a tela do meu computador que ficará traumatizada para sempre… e o pior sem poder reclamar…

domingo, 1 de agosto de 2010

Coxa Campeão Brasileiro – Maior Lembrança

Hoje fazem 25 anos da conquista do título de campeão brasileiro pelo Coritiba, o jogo que começou no dia 31/07 as 9:30 e terminou nas primeiras horas do dia 01/08. Nos primeiros 90 minutos o jogo terminou empatado com um gol para cada lado, na prorrogação placar oxo (0x0), nos pênaltis o Coxa sendo campeão.
Lembro do jogo mais ou menos, tinha apenas 9 anos, lembro bem da decisão por pênaltis e da festa que meu pai fez saindo apenas de pijama para fora de casa e os vizinhos da frente saindo também para comemorar. Afinal eram as duas únicas casas coxas da rua. Foi muito bacana mas logo fui dormir, naquele momento não entendia ainda a dimensão daquilo, afinal estava apenas começando a conhecer o futebol, não era um torcedor passional até o momento. Vim a ser torcedor de verdade a partir do dia seguinte.
Mas essa ainda não é a maior lembrança, a maior lembrança daquele título foi o meu primeiro jogo noturno, na semifinal com o Atlético Mineiro.
Jogo a noite, Couto Pereira lotado, eu estudava de manhã nessa época e passei a tarde picando papel porque meu pai disse que iríamos fazer a maior festa no estádio. Na chegada o policial queria embaçar do pacote com papel picado, mas revistou e sem problemas entrei, eram outros tempos podia-se ir tranquilamente aos estádios. Aquela multidão a noite as luzes acesas, fiquei maravilhado, afinal imaginem uma criança pequena entrando em um estádio lotado e com suas luzes acesas, é lindo até hoje!
O segundo momento emocionante foi quando o time entrou em campo, foi muito divertido jogar aquele papel todo para cima, tinha um tio meu junto com a gente nesse dia, o Jaciel na época torcedor do Colorado (hoje Paraná Clube) também fazendo festa (tiro sarro dele até hoje, sempre que ele foi no estádio ver o coxa jogar, o coxa ganhou), meu pai, tio Marcos e todo mundo.
Não sei em que momento a luz apagou no estádio, deu pane nos refletores e outro momento muito lindo, fico arrepiado só de lembrar, as pessoas começaram a acender seus isqueiros, na época nem pensar celular, aquele monte de pequenas chamas (agora escrevendo entendo o poema de Eduardo Galeano – as pessoas são como chamas), só quem foi em um estádio e viu isso pode entender, mas vamos lá… feche os olhos e imaginem um grande estádio com todas as luzes apagadas e de repente começam a pipocar aqui e ali pequenas luzes que acendem e apagam como vagalumes. Lindo não.
Mas vamos a parte engraçada do jogo depois de ter visto tudo isso lá pelas 10 e pouco, o moleque aqui começou a sentir sono e encher o saco do seu Osvaldo (meu pai) dizendo que queria ir embora, meu pai com toda paciência do mundo me levou embora, demoramos uns 10 minutos ainda para sair do estádio, ao chegarmos (segundo meu pai eu já estava dormindo em pé, embora estivesse caminhando) em frente a igreja do Perpetuo Socorro - para quem não conhece fica em frente ao estádio, a torcida explode em gritos dentro do Couto Pereira. Coritiba 1X0. Dai meu pai me cobra isso até hoje.
Com certeza é minha maior lembrança de um jogo de futebol e da conquista do título de 85. Vou levar essa para o resto da minha vida, como uma daquelas histórias do futebol que a gente conta de tempos em tempos.
Na semana seguinte o Coritiba empatou no Mineirão sem gols, embora os atleticanos reclamem de uma bola defendida pelo grande Rafael Camarota em cima da linha. 
Para matar a saudade daquela conquista um foto do time campeão Brasileiro de 85 na partida final com o Bangu.

Coritiba Campeão Brasileiro

fonte foto: Gazeta do Povo 01/08/10 Caderno de Esportes

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Valor da Amizade

Para os grandes amigos da vida, principalmente aqueles que marcaram minha vida… ou seja todos… porque carrego um pouco do que aprendi com cada um de vocês… e se sou o que sou… é graças a cada um de vocês… Obrigado!

E como diria aquele locutor de rádio… Para vocês uma canção!

Amizade Sincera

Composição: Renato Teixeira

A amizade sincera é um santo remédio
É um abrigo seguro
É natural da amizade
O abraço, o aperto de mão, o sorriso
Por isso se for preciso
Conte comigo, amigo disponha
Lembre-se sempre que mesmo modesta
Minha casa será sempre sua
Amigo
Os verdadeiros amigos
Do peito, de fé
Os melhores amigos
Não trazem dentro da boca
Palavras fingidas ou falsas histórias
Sabem entender o silêncio
E manter a presença mesmo quando ausentes
Por isso mesmo apesar de tão raros
Não há nada melhor do que um grande amigo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Uma Homenagem aos meus Amigos

Ontem após chegar da faculdade, fui dar uma olhada no que estava passando na TV e zapeando pelos canais da TV a cabo… parei de repente em um programa de música Live From Abbey Road… no momento em que um senhor de uns 60 anos mais ou menos tocava um country… gostoso e sentido… sabe aquele tipo de música que você ouve e fica hipnotizado… pela forma como ela é cantada e tocada…

E naqueles poucos minutos a música me levou a vários lugares… me fez recordar várias pessoas… vários momentos… principalmente meus amigos tocadores e cantores… pois aquela música rolando ali… era como as músicas que a gente gostava de cantar e tocar…

Durante a música fui lembrando como disse anteriormente de vários amigos… com que pude dedilhar alguns acordes… e atrapalhar seu canto… e gostaria de fazer memória de alguns aqui… aos outros que não mencionei não é que não tenham sido importantes… mas tocamos menos… mas foi tão especial quanto… e agradeço do fundo do coração pela poesia que colocaram na minha vida…

Relembrando os parceiros mais contundentes… o primeiro parceiro foi o antes pequeno Rafael, vulgo Zé – quantas vezes fizemos a maior barulheira na casa dele… violões desafinados e coisas e tal… mas foi muito bacana… nos conhecemos quando eu fazia as primeiras aulas ainda no SESC… outro parceiro foi o Duda… o Duda foi o cara que me levou a tocar por alguns anos na Santa Quitéria… até hoje tenho a pasta de canto do JUC que ele montou e dos ensaios que a gente fazia para tocar na missa – que bacana aquilo… Outro grande parceiro, meu irmão de fé e camaradagem fizemos até uma letra de música… no auge de nossa juventude… nem sei o que deu aquilo se um dia ele terminou a música… o Gê… mas conhecido como George… esse cara ficou muito bom… tocou em algumas bandas… além de ser um dos caras mais inteligentes que conheço…

Dai tem o cara, irmão mesmo, que não toquei muito com ele… somente nas missas da Santa Quitéria… e acabei virando na verdade fã do cara, embora ele nunca tenha me ensinado a tocar Negra Vida, o Gaio com certeza é um dos compositores que mais fez a minha cabeça… não por seu meu amigo e estar próximo de mim… mas sim porque suas letras são de uma beleza… como a música que me levou a escrever essa homenagem… simples… direta… que toca o coração… com certeza eu acredito e muito que vai conseguir realizar o seu grande sonho… fizemos até um viagem para isso… que até hoje foi um dos momentos mais marcantes de toda a minha vida…

E por falar nessa viagem… poderia deixar de mencionar… algumas mulheres aqui… pois já estava ficando muito aviadado essa homenagem… na dita viagem e após um um longo período de separação espontânea… e por aquelas coisas da vida de adulto… retomei o contato com com duas… hoje mulheres… naquele tempo duas meninas e irmãs… que muito tentaram me fazer tocar violão… a Maria Helena e a Jô… mas nunca conseguiram… o máximo que conseguiram… foi eu fazer elas darem muitas risadas… e  acreditar que eu um dia… eu poderia realmente tocar alguma coisa… pobres meninas…

E a história com essas meninas e os tocadores de cima… esta me fazendo lembrar de outras histórias… de outras canções… e de outros grandes parceiros… não só da música mas também da vida…

Bom acho que é isso por hoje pessoal… como disse anteriormente… peço desculpas aos outros excelentes músicos que me deram a oportunidade de em algum momento… estar junto de vocês atrapalhando ou brincando com meu violão… mas acima de tudo pelo fato de serem meus amigos…

P.S – o cantor em em questão que me levou a essa pequena homenagem é Lyle Lovett.

Abraços

Aureo

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Frase do Dia

Dizem que os acadêmicos e intelectuais devem ser neutros, mas não há neutralidade no pensamento. - Florestan Fernandes

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Homenagem Zilda Arns

Achei essa frase da Master Comunicação… como uma das mais belas homenagens a Zilda Arns… foi publicada na Gazeta do Povo no dia seguinte a morte dela…
“O soro caseiro nunca teve tanto gosto de lágrima”

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mestre Rolando

Ouvi não sei onde
Ouvi não sei quando
A gaita de fole
do mestre Rolando...

essa foi a primeira quadrinha que lembro ter decorado... (além é claro daquelas de cantigas de rodas) foi em uma aula de leitura... não sei se no primário ou no ginásio... a série... não vou lembrar com certeza... afinal faz muito tempo... o engraçado é que ela surge de vez em quando na minha memória... e eu acabo recitando a quadrinha... me faz bem... não sei ao certo porque... mas me faz me sentir bem... talvez porque seja uma memória da infância/adolescência... sei lá...

e porque de escrever sobre isso... não sei ao certo... na verdade sei... preciso escrever um trabalho para a faculdade... e vou batucando nas teclas do computador... tentando encontrar... o início do meu texto... e como é difícil... as vezes parece que a obrigação de escrever... mina um pouco sua criatividade... e olhe que esse blog... era para me ajudar a escrever... engraçado não... criei um blog... para aperfeiçoar e facilitar a criação de texto... e agora estou aqui brigando com o computador... porque não consigo escrever...

e olhe que essa sempre foi uma das minhas virtudes... escrever... sempre tive um texto fácil... ágil... as vezes tão ágil que ele fugia de mim... antes de terminar... pulando a gramática... e fazendo da fina flor do Lácio... um monstro...

acho que um pouco da culpa disso... é do Schopenhauer... afinal estou lendo uma antologia recolhida a partir de Parerga e Paraliponema... onde ele traz três ensaios... sobre: a escrita e o estilo... pensar por si mesmo... a erudição e os eruditos... a leitura e os livros... e sobre a linguagem e as palavras... e no ensaio sobre a escrita... ele diz que se não tiver nada para escrever não escreva... e seguindo esse conselho vou ficar por aqui...

tchau...

domingo, 22 de novembro de 2009

FRASES - JOHN F. KENNEDY


no dia 22 de novembro de 63... o então presidente dos Estados Unidos da América... John F. Kennedy foi assassinado na visita que fazia ao Texas... assim como o presidente Obama atualmente... a eleição de Kennedy... representava a esperança de novos tempos...

para lembra-lo algumas frases

"O homem continua sendo o maior computador."

"Pode-se enganar a todos por pouco tempo, pode-se enganar alguns o tempo todo, mas não se pode enganar a todos o tempo todo."

"São precisos dois para fazer a paz."

"A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro."

"Todos nós temos talentos diferentes, mas todos nós gostaríamos de ter iguais oportunidades para desenvolver os nossos talentos."

"Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade."

"O laço essencial que nos une é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos. E todos somos mortais."

"Precisamos de homens que consigam sonhar com coisas que nunca foram feitas."

"Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte-se o que você pode fazer por seu país."