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domingo, 7 de agosto de 2011

RUMPELSTICHEN

Presente da minha Madrinha Moramei
Era uma vez um moleiro muito pobre, que tinha uma filha linda. Um dia ele se encontrou com o rei e, para se dar importância, disse que sua filha sabia fiar palha, transformando-a em ouro.
- Esta é uma habilidade que me encanta - disse o rei. - Se é verdade o que diz, traga sua filha amanhã cedo ao castelo. Eu quero pô-la à prova. No dia seguinte, quando a moça chegou, o rei levou-a para um quartinho cheio de palha, entregou-lhe uma roda e uma bobina e disse:
- Agora, ponha-se a trabalhar. Se até amanhã cedo não tiver fiado toda esta palha em ouro, você morrerá! - Depois saiu, trancou a porta e deixou a filha do moleiro sozinha. A pobre moça sentou-se num canto e, por muito tempo, ficou pensando no que fazer. Não tinha a menor idéia de como fiar palha em ouro e não via jeito de escapar da morte. O pavor tomou conta da jovem, que começou a chorar desesperadamente. De repente, a porta se abriu e entrou um anãozinho muito esquisito.
- Boa tarde, minha linda menina - disse ele. - Por que chora tanto?
- Ah! - respondeu a moça entre soluços. - O rei me mandou fiar toda esta palha em ouro. Não sei como fazer isso!

Tyll o Mestre das Artes

Essa é a primeira história que contei como contador de histórias
Folclore Alemão
Tyll era um malandro que viajava pela antiga Alemanha inventando golpes para ganhar dinheiro e divertir-se às custas dos nobres. Foi assim que um dia Tyll se apresentou na entrada do castelo de um rei vaidoso e declarou:
- Eu sou um mestre nas artes, um pintor multo famoso, e ouvi dizer que Sua Majestade entende multo de pintura. Será que não gostaria de conhecer o meu trabalho?
Quando lhe contaram do estranho artista que batia à sua porta, o soberano ficou curioso e resolveu testá-lo. Tyll foi levado à presença do rei. Multo esperto, estava vestido igualzinho a um pintor e trazia uma maleta cheia de pincéis e tintas. Convencido de que se achava diante de um grande artista, o rei disse:
- Quero que meu castelo seja o mais belo da Europa. Ninguém entende tanto de arte quanto eu. Vou contratá-lo para pintar dois murais.
- Ah, mas meu talento custa caro, Majestade. E, além do mais, minha arte só pode ser apreciada por pessoas cultas e eruditas! - disse Tyll.
- Multo bem - disse o rei. - Do que você‚ precisa? Quer pincéis e tintas?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Experiências Culinárias

Pois é há dois anos atrás mais ou menos fiz um curso de preparação de massas e molhos, o curso teve duração de 1 mês aproximadamente e nesse tempo pude aprender a fazer um monte de coisas bem bacanas, principalmente pizza, macarrão, lasanha e pão…
E sempre que possível invento de fazer algumas coisas principalmente pizza e macarrão, inclusive com algumas cobaias (amigos) vindo comer aqui, quando morava com meus pais antes do casamento geralmente fazia as lasanhas…
Bom mas agora resolvi que nesse segundo semestre vou desenvolver um pouco mais isso, e sempre que possível me comprometer a fazer um prato, na verdade já comecei, no domingo anterior (03/07/11) fiz um frango assado… foi meu primeiro frango assado e ficou muito bom mesmo… logo mais passo aqui como fazer…
O segundo prato dessa experiência culinária, aconteceu na última sexta feira, quando preparei um espaguete ao molho chilli (aquele molho apimentado mexicano)… fico simplesmente divino (exagero, é claro) mas muito bom mesmo… em breve passo a receita… por enquanto fica a foto do prato…
DSC02764
No prato acima, por camadas… Macarrão… Molho Chilli e Queijo Ralado (grosso)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Champ Cross - Champicross - Champcross - A incrivel corrida de tampinhas de Garrafa

É isso mesmo... uma incrivel corrida de tampinhas de garrafa... era assim que passei várias tardes do final dos anos 80 e inicio dos anos 90... ali na cancha dos padres... ou em qualquer lugar onde houvesse um monte de areia... disputando incriveis corridas de champicross...

Para quem não sabe Champicross (não sei se é assim que escreve o nome desse esporte)... é um corrida disputada por tampinhas de garrafa... em uma pista cheia de obstáculos (rampas, buracos, estreitamento de pistas, etc)... geralmente construídas na areia... mas também joguei... em carteiras de escola (desenhadas com giz), na rua (desenhadas com pedaços de tijolo) ou ainda na terra...

A corrida consistia... em um monte de moleques... tentando chegar ao final da pista em primeiro lugar com sua tampinha... não preciso dizer que as disputas eram acirradas... cada um querendo ser melhor piloto que o outro... a corrida só acabava quando o penultimo chegasse... mas muitas vezes... dependendo do número de participantes... podia acabar... quando o primeiro terminasse a pista... ou os três primeiros... isso dependia da concordância de todos...

Mas não era tão fácil assim... afinal haviam obstáculos... e você só podia seguir em diante... se conseguisse superá-lo... ou se permanecesse na pista... se não conseguisse superar o desafio... ou ainda saisse da pista... tinha que voltar no lugar onde estava e passava a vez...

Pelo que sei... além dessas regras básicas... havia outra... que era a quantidade de toques que se podia dar na tampinha... nas corridas que disputei... o número de toques era de três... na sua vez... se saisse da pista... ou não superasse o obstáculo... passava a vez...

Basicamente foi assim que passei muitas tardes... em acirradissimas disputas de champicross... pequena que hoje a molecada tem videogame...

fonte: minha memória