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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Jesus era Velho–Rascunho

Tem uma coisa que vem me deixando intrigado nos últimos tempos, talvez seja pela idade passando, esse negócio do Jesus Jovem.
Faz um tempinho tenho pensando nisso, no final do ano passado estive em uma reunião na mitra, com adultos e jovens que estão trabalhando ou trabalharam com jovens, e do meu lado sentou a minha amiga Flavia dos velhos e bons tempos de setor portão e como não paramos de conversar logo a Flávia veio com essa de apresentar esse Jesus Jovem a juventude, que esse deve ser um pouco do sentindo da evangelização, mostrar um Jesus presente, dinâmico e ativo no meio da juventude.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Projeto Filadélfia – Teoria da Conspiração

Em 1984, estreou nos cinemas uma ficção científica chamada Projeto Filadélfia (The Philadelphia Experiment) que tinha um plot bastante interessante. Era assim: em 1943, a marinha americana realiza um experimento para tornar um porta-aviões invisível aos radares inimigos. Dá tudo errado e o navio é transportado para 1983, gerando os paradoxos temporais de sempre (se o navio não voltar ao passado, o futuro será alterado, etc.). Como várias outras produções do gênero, Projeto Filadélfia foi completamente esquecida. Ou quase. A dupla de autores americanos Preston B. Nichols e Peter Moun escreveu um bizarro livro chamado The Montauk Project: Experiments in Time (Sky Books, 1992), no qual afirma que o tal experimento realmente aconteceu.

Em 12 de agosto de 1943, a Marinha teria realizado uma experiência envolvendo campos eletromagnéticos e o porta-aviões USS Eldridge no porto de Filadélfia, EUA. O navio sumiu – não ficou só invisível, mas desapareceu ­ e, quando ressurgiu coisas muito estranhas tinham acontecido. Alguns tripulantes estavam fundidos ao metal da embarcação. Outros estavam transparentes e acabaram se dissolvendo no ar. Outros permaneceram estáticos e “congelados” para sempre. Outros ficaram loucos. Poucos marinheiros saíram ilesos da experiência.

Mas o que teria acontecido ao USS Eldridge?

Segundo vários websites dedicados ao tema, o porta-aviões, assim como seu similar cinematográfico foi transportado 40 anos no futuro, materializando-se em 1983 na base da aeronáutica no pico Montauk, Estado de Nova York, sede do secretíssimo PROJETO MONTAUK.

Como ninguém conseguia explicar por que isso acontecera, o governo criou, em 1943, um comitê de pesquisa chamado Projeto Fênix comandado pelo físico húngaro-americano Janus Eric Von Neumann.

O físico chegou à conclusão de que as ondas eletromagnéticas alteravam a percepção humana da realidade e que podiam ser usadas para exercer CONTROLE MENTAL à distância. Mas isso, embora fosse útil para os planos dos seus empregadores, não resolvia o problema, é claro. As pesquisas continuaram e, para mantê-las afastadas do público, em 1971 o Projeto Fênix foi transferido para uma base da Aeronáutica em Montauk, Nova York, e rebatizado como Projeto Montauk.

Em 1983, as investigações do Montauk acabaram por abrir um túnel temporal para o experimento de 1943, trazendo o USS Eldridge para o futuro. Isso se chama looping temporal e é um tema clássico da ficção científica. Os conspirólogos, no entanto, afirmam que a história do USS Eldridge é verdadeira. A Marinha americana, por sua vez, nega que tenha realizado o Experimento Filadélfia e diz que o Projeto Montauk não passa de lenda urbana.

Mas a história fica muito mais intrigante. Preston B. Nichols, um dos autores do livro citado lá no começo, sustenta que a experiência realizada em 1943 teria sido inspirada nos ensinamentos do satanista ALEISTER CROWLEY. E não é só. Um enigmático personagem chamado AL BIELEK, que afirma ter estado à bordo do USS Eldridge, diz que o experimento foi supervisionado por um consórcio de seres alienígenas que incluíam os populares GREYS e os misteriosos REPTILIANOS.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

COINCIDÊNCIAS ESTRANHAS – KENNEDY E LINCOLN

É muito estranho mesmo!!!???

Abraham Lincoln foi eleito para o congresso em 1846
John F. Kennedy foi eleito para o congresso em 1946

Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860
J.F.K. foi eleito presidente em 1960

Os nome Lincoln e Kennedy tem 7 letras

A esposa de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca

Ambos os presidentes foram baleados numa sexta feira

A secretaria de Lincoln se chamava Kennedy
A secretaria de Kennedy se chamava Lincoln

Ambos os presidentes foram assasinados por sulistas

Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas

Ambos os sucessores se chamavam Jonhson

Andrew Johnson que sucedeu a Lincoln nasceu em 1839
Lyndon Johnson que sucedeu a Kennedy nasceu em 1939

Ambos os assasinos eram conhecidos pelos seus tres nomes

Os nomes de ambos os assasinos tem 15 LETRAS

Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado em um deposito
Oswald saiu correndo de um deposito e foi apanhado em um teatro

Booth e Oswald foram assasinados antes de seu julgamento

E a parte mais estranha

Uma semana antes de Lincoln ser morto, ele estava em Monroe,Maryland
Uma semana antes de Kennedy ser morto ele estava em Monroe,Maryland

Lincoln foi morto na sala Ford,do teatro Kennedy
Kennedy foi morto num carro Ford ,modelo Lincoln

fonte:www.teoriadaconspiracao.com.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

Caneta Esferiografica e 60 Anos da BIC


Bom nesses tempos de blogs... e-mails e toda modernidade... nada como dar uma olhadinha na história da caneta esfereográfica e também conhecer um pouco da história da melhor caneta de todos os tempos... a BIC...

Canetas esferográficas ou esferográficas são um tipo de caneta cuja tinta umedece uma esfera rolante que desliza sobre as superfícies.

Na evolução da caneta, o uso de uma esfera na ponta possibilitou um avanço que popularizou o uso deste instrumento de escrita, ao tempo em que substituía com vantagem a caneta-tinteiro.
É composta de uma carga de tinta colocada internamente a um tubo (ou cano), em geral de plástico, sendo a ponta dotada da esfera, que pode ser em aço ou tungstênio, que em contato com o papel vem a girar e, assim, possibilitando o fluxo contínuo e controlado da tinta em pequenas quantidades.

Além das partes descritas, possui uma tampa, que pode ser ou não dotada de clipe para que venha a ser presa em bolsos ou mesmo em espirais de cadernos.

O conceito de uma caneta esferográfica remonta à patente registrada por John J. Loud em 30 de Outubro de 1888. Tratava-se de um produto destinado a marcar couros e não foi explorado comercialmente.

Posteriormente, o jornalista húngaro Laszlo Biro inventou a primeira caneta esferográfica, na década de 1930. Ele havia percebido que o tipo de tinta utilizada na impressão de jornais secava rapidamente, deixando o papel seco e livre de borrões. Imaginou então criar uma caneta utilizando o mesmo tipo de tinta. Entretanto, a tinta, espessa, não fluia de maneira regular e ele teve de projetar um novo tipo de ponta para a sua caneta. Conseguiu-o através da montagem de uma pequena esfera nessa ponta. A inovação era prática: enquanto a caneta corria pelo documento, a esfera girava no interior do bico, coletando a tinta do cartucho e depositando-a sobre o papel; complementarmente, vedava o reservatório, impedido que a tinta secasse (provocando entupimento da caneta) ou vazasse. Laszlo Biro e seu irmão Georg (um químico), entraram com um pedido de patente da sua caneta esferográfica em seu país natal, a Hungria, na França e na Suíça em 1938.

Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, para fugir às perseguições nazistas em seu país, Laszlo e Georg tiveram que deixar a Hungria e receberam a patente em Paris. Tendo Laszlo encontrado-se ainda em 1938, com um Argentino na Iugoslávia, tendo este ficado impressionado com a invenção, convidou-o a radicar-se naquele país sul-americano. Quando instado, o estranho apresentou-se como Agustín Pedro Justo, Presidente da Argentina. Recém-chegados ao país com a ajuda de um amigo chamado Meyne, os irmãos fundaram a companhia "Biro y Meyne" em 10 de Junho de 1940, requerendo uma patente argentina em 10 de junho de 1943.

Durante a Guerra, o Governo britânico adquiriu os direitos de licenciamento desta patente dentro do chamado "esforço de guerra". A Royal Air Force necessitava de um novo tipo de caneta, que não permitisse o escapamento de tinta em altitudes, nos aviões de caça, como as canetas-tinteiro (tinta-permanente). O bom desempenho das novas canetas para a RAF trouxe sucesso ao inventor e ao seu produto.

Em 1944 Laszlo Biro vendeu a patente do seu invento para o norte-americano Eversharp-Faber pela quantia de dois milhões de dólares, e, na Europa, ao francês Marcel Bich.
Nos Estados Unidos, a primeira caneta esferográfica a ser produzida comercialmente, que substituiria a caneta-tinteiro com sucesso, foi apresentada por Milton Reynolds, em 1945. Também se baseava em uma pequena esfera que liberava uma tinta pesada e gelatinosa sobre o papel. As canetas Reynolds foram divulgadas à época como "a primeira caneta que escreve debaixo d'água", tendo sido vendidas dez mil unidades quando de seu lançamento. A marca era impressionante, uma vez que cada unidade custava cerca de US$ 10, custo devido, principalmente à nova tecnologia.

Na Europa, as primeiras canetas esferográficas acessíveis foram produzidas em 1945, por Marcel Bich, cujo mérito foi o do desenvolvimento de um processo industrial de fabricação que reduzia significativamente o custo das canetas por unidade. Em 1949, essas canetas foram lançadas comercialmente sob o nome "Bic", uma abreviação do seu sobrenome, e que era fácil de lembrar pelo público. Dez anos mais tarde, as primeiras canetas "Bic" eram lançadas no mercado norte-americano.

A princípio os consumidores norte-americanos relutaram em comprar uma caneta "Bic", já outras modelos de canetas esferográficas haviam sido lançadas sem sucesso no mercado dos EUA por outros fabricantes. Para vencer essa relutância do público, a "Bic" veiculou uma campanha em rede nacional de televisão para informar que a caneta esferográfica "escreve logo de cara, sempre!" e que seu preço era de apenas US$ 0,29. A "Bic" também veiculou anúncios televisivos que mostravam as suas esferográficas canetas sendo disparadas de espingardas, amarradas a patins de gelo e até montadas sobre britadeiras. Após um ano, a concorrência forçou a queda dos preços para US$ 0,10 por unidade. Atualmente a empresa fabrica milhões de canetas esferográficas por dia, atendendo todo o planeta.

fonte: wikipedia

E para quem gosta de teorias da conspiração da uma olhada nesse link:
http://www.sungaverde.com/v2/?p=1223
P.S - amanhã a história do papel