Ontem a noite no Teatro Guaíra tive o grande prazer ao lado da minha esposa de conhecer o trabalho da Banda Mais Bonita da Cidade. Aquilo que já encantava as milhares de pessoas que acessavam suas músicas pela internet tiveram a oportunidade de ouvir, ver, sorrir, chorar com a apresentação da Banda.
O dia do show não poderia ser mais perfeito – frio e chuva – daqueles em que procuramos não sair de casa e ficar em casa curtindo um bom livro ou ouvindo músicas que falem de sonhos, amizades e amores e durante uma hora e meia foi isso que tivemos. Dessas músicas destaco Caderno G, muito inteligente, bem arranjada e tipicamente curitibana.
Sobre a banda, não sou músico mas como gosto de música – e um eterno aprendiz de violão (um dia aprendo) – posso dizer que seus músicos são muito bons, os arranjos casam maravilhosamente bem com as letras e com a vocalista Uyara, um vozeirão em um corpo de menininha (pelo menos era o que parecia do segundo balcão do Guaíra). Com isso quero dizer que as músicas não eram parecidas umas com as outras.
Um outro lance legal da banda é o clima de amizade, daqueles que a galera se junta para tocar umas músicas, sai junto para o cinema, teatro, fazer churrasco, ir no parque Barigui.
E num delírio daqueles que se emocionam com uma novidade, na primeira música da show, em que ela cantou a capela) lembrei na hora de Elis Regina (sei que é cedo para isso, e talvez uma baita viagem) mas de onde eu estava me pareceu isso (um vozeirão em um corpo de menina) com uma voz maravilhosa e marcante.
O Grand finale do show foi a música que possibilitou a banda poder tocar no Guairão, Oração, que foi cantada em coro pela plateia, tanto em suas poltronas bem como no hall de entrada e escadarias do teatro onde o show terminou.
E pudemos voltar para casa com aquele sorriso no rosto, a vontade de ligar para os amigos, tocar um violão, ler um bom livro e porque não querer aparecer no Paraná TV 2 edição.
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domingo, 31 de julho de 2011
Show no Guaíra da A Banda Mais Bonita da Cidade 30/07/11
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sexta Feira da Paixão–22/04/11
Manhã de sexta feira da paixão, lembrei do nada do Oficio rezado aqui em casa no último sábado (ver 2º Encontro – Oficio Divino das Comunidades) no último sábado, até pela partilha que houve após a leitura da Palavra. Na oportunidade a Janaina levantou a questão da recepção do povo para com Jesus quando da chegada em Jerusalém, questionando como é que o povo que recebe Jesus daquele jeito o condena depois de alguns dias. Nesse momento o Xeno nos explicou com propriedade sobre o ocorrido, colocando todo o contexto da época e da situação, que não foi o mesmo povo, que havia um pano de fundo político por trás disso, e que tudo foi feito na calada da noite justamente para que o povo não estivesse presente e não pudesse contestar tal ato.
Embora o Xeno tenha razão e esclarecido bem a situação à Janaina, tenho para mim e o coloquei naquele dia, de maneira diferente, para mim gosto de acreditar que foi o mesmo povo como a Jana começou o seu questionamento, mas para refletir o quanto nossa memória (povo) é curta e esquecemos facilmente aquilo que nos é caro e importante. Olha que em uma semana o povo que acolhe Jesus o leva a crucificação, não por acaso Deus ao longo da história faz tantas alianças com o seu povo no sentido de que não esqueçam dele e do projeto que ele tem para cada um de nós. E o fato de estarmos lembrando hoje desse momento e fazendo memória de todo seus sofrimento prova que se fazia necessário essa última e eterna aliança.
Cabe a nós então não perdermos o sentido da história e da caminhada do nosso povo, procurando celebrar nossos memoriais, não esquecer àqueles a exemplo de Jesus, caíram tombados ou foram perseguidos por estarem lutando pelo povo.
Não esquecermos daqueles que fazem mal ao povo, enganando-os na calada da noite com atos vis, imorais, atentando contra a vida em todas as suas formas.
É nosso dever e missão lembrar a todos isso, não se fazer calar, fazer refletir, possibilitar a todos o direito de opinar, sonhar, criar e viver a vida plena e em abundância.
Que a paixão seja inspiração, que a Pascoa seja realmente renovação e feliz vida nova.
domingo, 26 de setembro de 2010
Pequena Lembrança aos 25 Anos do JUC
Hoje o grupo de jovens que iniciei minha caminhada comemorou 25 anos de caminhada, houve uma missa que infelizmente não pude ir, e também o encerramento do 18º encontro do JUC. Deve ter sido com certeza uma missa muito bonita mesmo, os encerramentos de encontro do JUC são memoráveis.
E essas celebrações são bem bacanas pelo fato de fazer memória de tantos momentos importantes na minha vida e de todos os Jucaios. E hoje mais ainda pude durante o dia recordar várias dessas lembranças e em especial dos amigos e companheiros de caminhada.
E de todos, e aqui incluo principalmente aqueles que tive a felicidade de conhecer acho que dois merecem uma atenção especial o Fabiano (Cascão) e o Bueno (Ricardo), acredito que sem a liderança desses dois o JUC não teria chegado a festa dessa noite, pois nos anos mais difíceis da caminhada do grupo, eles juntos com tantos outros seguraram a peteca do grupo e não deixaram a chama se apagar.
Acho que nunca tive a oportunidade de falar isso para eles mas a esses dois grandes Jucaios hoje o meu obrigado.
E além dos dois gostaria de homenagear a todos os outros Jucaios desde o inicio até os novos que nesse final de semana passaram a ser uma velinha (o símbolo do JUC é uma vela, todos os que participaram do grupo em algum momento tornam-se velas que tem como missão levar essa luz (chama) a outros jovens), por isso dedico o texto do Eduardo Galeano abaixo a todos nós que fizemos e faremos parte dessa história.
Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos uma mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso – revelou – Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas.
Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
Eduardo Galeano – O Livro dos Abraços
Aos jovens hoje que participam e venham a participar do grupo meus parabéns e continuem sempre firmes na caminhada, aos que participaram meu muito obrigado por terem tornado minha vida mais significativa.
Com nostalgia dos velhos e diferentes tempos.
Aureo
terça-feira, 16 de março de 2010
Diários Secretos – Assembléia Legislativa do Paraná
segunda-feira, 8 de março de 2010
Ex 7 Maravilhas de Curitiba
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A Globo tirou o título do Palmeiras de 2009
claro que o Palmeiras... não convenceu nessas duas rodadas... e fazem nove jogos que não vence... mas ao antecipar os jogos... coloca pressão sobre os jogadores e comissão técnica...afinal de contas... os adversários jogam já sabendo o que vai ter que ser feito... diferente de quando os jogos acontecem no mesmo horário...
é engraçado ainda... que geralmente os jogos que passavam no meio de semana... eram sempre do Corinthians... e depois que o Ronaldo andou flertando com o SBT... a Globo escanteou o timão... e por isso botou o Palmeiras na fogueira...
é verdade que o Palmeiras perdeu o título para ele mesmo... mas com uma mão enorme da Globo nas duas últimas rodadas...
abraços
