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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Dois Negros ou melhor três, pensando bem 4… na verdade foram tantos
Foi como disse uma matéria muito bacana, porque ressaltou o Pelé como um mensageiro da Paz, ou melhor como um soldado da Paz. Um homem que foi capaz de parar duas guerras civis para que por alguns momentos homens, soldados (talvez sem consciência, ou cientes de sua responsabilidade, ou ainda apenas obedecendo ordens) voltassem a ter sonhos de meninos. Na outra conseguiu com que cristão, mulçumanos e judeus sentassem-se lado a lado nas arquibancadas de um estádio, talvez até confraternizando-se como velhos amigos e irmãos que não se encontravam há muitos anos.
Muito bonito que me fez lembrar logo de imediato do grande Mohamed Ali o homem que também parou um guerra e fez um país se render ao esporte.
Invictus
Tradutor: André C S Masini
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Dirceu – Bicho do Paraná
César Lattes – Bicho do Paraná
domingo, 26 de setembro de 2010
Pequena Lembrança aos 25 Anos do JUC
Hoje o grupo de jovens que iniciei minha caminhada comemorou 25 anos de caminhada, houve uma missa que infelizmente não pude ir, e também o encerramento do 18º encontro do JUC. Deve ter sido com certeza uma missa muito bonita mesmo, os encerramentos de encontro do JUC são memoráveis.
E essas celebrações são bem bacanas pelo fato de fazer memória de tantos momentos importantes na minha vida e de todos os Jucaios. E hoje mais ainda pude durante o dia recordar várias dessas lembranças e em especial dos amigos e companheiros de caminhada.
E de todos, e aqui incluo principalmente aqueles que tive a felicidade de conhecer acho que dois merecem uma atenção especial o Fabiano (Cascão) e o Bueno (Ricardo), acredito que sem a liderança desses dois o JUC não teria chegado a festa dessa noite, pois nos anos mais difíceis da caminhada do grupo, eles juntos com tantos outros seguraram a peteca do grupo e não deixaram a chama se apagar.
Acho que nunca tive a oportunidade de falar isso para eles mas a esses dois grandes Jucaios hoje o meu obrigado.
E além dos dois gostaria de homenagear a todos os outros Jucaios desde o inicio até os novos que nesse final de semana passaram a ser uma velinha (o símbolo do JUC é uma vela, todos os que participaram do grupo em algum momento tornam-se velas que tem como missão levar essa luz (chama) a outros jovens), por isso dedico o texto do Eduardo Galeano abaixo a todos nós que fizemos e faremos parte dessa história.
Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos uma mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso – revelou – Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas.
Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
Eduardo Galeano – O Livro dos Abraços
Aos jovens hoje que participam e venham a participar do grupo meus parabéns e continuem sempre firmes na caminhada, aos que participaram meu muito obrigado por terem tornado minha vida mais significativa.
Com nostalgia dos velhos e diferentes tempos.
Aureo