Olhem só a foto que encontrei no blog do meu grande chapa Roger! Fico me perguntando como é que conseguiram fazer isso! Pobre Fusca!.
Valeu Roger!
Olhem só a foto que encontrei no blog do meu grande chapa Roger! Fico me perguntando como é que conseguiram fazer isso! Pobre Fusca!.
Valeu Roger!
Wellington Nunes*
Historiadores e contemporâneos mostram com clareza -segundo artigo de Raimundo Faoro- o contexto de crise e inquietação que atingia o Brasil colônia já no final do século XVIII. Monopólios e fiscalismo predatório, entre outras medidas do regime colonial, sobrecarregavam os produtores inviabilizando a produção de açúcar, ouro, algodão, etc. As idéias revolucionárias ( liberais e separatistas ) que chegavam da França e da América do norte somadas às inquietações da colônia, formaram um cenário conflituoso de onde emanaram protestos, conflitos e conspirações que, inclusive na visão de representantes da corte portuguesa, não eram isolados. “Um ardiloso plano de reação esboçara-se, porém, na imaginação do herdeiro da monarquia ao compreender o perigo iminente da separação, plano que consistiu em conceder à colônia o máximo de franquias econômicas, para garantir o mínimo de cedências políticas”. (Oliveira Lima, 1975, página 228) Para Faoro: o liberalismo entrava na receita, como condescendência, para frustrar a mudança, esta realmente baseada no pensamento liberal.
O autor descreve historicamente o processo de mais de três décadas de conflitos entre duas correntes de pensamento, em que cada uma poderia ter orientado -como orientou- por caminhos diferentes a construção do Estado brasileiro. Uma dessas correntes, o “elemento nacional” buscava substituir a corte portuguesa por um regime republicano aos moldes do realizado pelas, recém-emancipadas, colônias inglesas. A outra denominada “elemento lusitano“, é a reação dos portugueses, através de um liberalismo condescendente, a fim de evitar a emancipação política da colônia brasileira. Essa política de resistência pôde ser realizada por D. João VI e por D. Pedro I, daqui mesmo, com a transferência da corte portuguesa para a colônia.
Faoro coloca o processo de independência do Brasil como uma transação de um nascente liberalismo republicano brasileiro que se desenhava, por um liberalismo deformado, ou antes, uma idéia de liberalismo deformada em sua gênese pelo três séculos de isolamento de Portugal e do “obscurantismo pós-pombalino”, ao qual a revolução de 1820 procurou reagir. Todavia, não há como chegar ao objetivo sem que se percorra antes o caminho. Durante o período em que Portugal permaneceu isolado do mundo, houve uma mudança de mentalidade da qual a nação portuguesa não fez parte. Não há revolução que possa dar cabo desse processo do dia para a noite. Daí, que o liberalismo que se instalou por lá foi a partir do Estado, de cima para baixo. Não houve emancipação política da sociedade como um todo. O que houve foi a concessão de mais algumas liberdades econômicas para algumas classes privilegiadas. Esse foi o liberalismo que foi transplantado pra cá, no processo de transação entre o “elemento nacional” e o “elemento lusitano” a que se refere o autor. E ele arremata: “a organização do regime constitucional brasileiro não é conversível, ao contrário do que entendeu a historiografia brasileira, no liberalismo.
Foi assim que herdamos o “ monstro patrimonial-estamental-autoritário que está vivo na realidade brasileira.” Ou como explicaria Sérgio Buarque de Hollanda: “em verdade o racionalismo excedeu os seus limites quando, ao erigir em regra suprema os conceitos assim arquitetados, separou-os irremediavelmente da vida e criou com eles um sistema lógico, homogêneo, a-histórico. Não é racional imaginar que “ da coerência das leis depende a perfeição dos povos e dos governos.”( Hollanda, página 179) Todo e qualquer conceito ou princípio é interpretado conforme o patrimonialismo e o estamentismo arraigados em nossa formação e aplicados de acordo com esses princípios. Portanto, como demonstra o mesmo Sérgio Buarque, somente obteremos mudanças substanciais se eliminarmos os fundamentos personalistas que estão entranhados em nossa sociedade.
Wellington Nunes – É acadêmico do 3º Período de Ciência Política da Facinter.
Em 1984, estreou nos cinemas uma ficção científica chamada Projeto Filadélfia (The Philadelphia Experiment) que tinha um plot bastante interessante. Era assim: em 1943, a marinha americana realiza um experimento para tornar um porta-aviões invisível aos radares inimigos. Dá tudo errado e o navio é transportado para 1983, gerando os paradoxos temporais de sempre (se o navio não voltar ao passado, o futuro será alterado, etc.). Como várias outras produções do gênero, Projeto Filadélfia foi completamente esquecida. Ou quase. A dupla de autores americanos Preston B. Nichols e Peter Moun escreveu um bizarro livro chamado The Montauk Project: Experiments in Time (Sky Books, 1992), no qual afirma que o tal experimento realmente aconteceu.
Em 12 de agosto de 1943, a Marinha teria realizado uma experiência envolvendo campos eletromagnéticos e o porta-aviões USS Eldridge no porto de Filadélfia, EUA. O navio sumiu – não ficou só invisível, mas desapareceu e, quando ressurgiu coisas muito estranhas tinham acontecido. Alguns tripulantes estavam fundidos ao metal da embarcação. Outros estavam transparentes e acabaram se dissolvendo no ar. Outros permaneceram estáticos e “congelados” para sempre. Outros ficaram loucos. Poucos marinheiros saíram ilesos da experiência.
Mas o que teria acontecido ao USS Eldridge?
Segundo vários websites dedicados ao tema, o porta-aviões, assim como seu similar cinematográfico foi transportado 40 anos no futuro, materializando-se em 1983 na base da aeronáutica no pico Montauk, Estado de Nova York, sede do secretíssimo PROJETO MONTAUK.
Como ninguém conseguia explicar por que isso acontecera, o governo criou, em 1943, um comitê de pesquisa chamado Projeto Fênix comandado pelo físico húngaro-americano Janus Eric Von Neumann.
O físico chegou à conclusão de que as ondas eletromagnéticas alteravam a percepção humana da realidade e que podiam ser usadas para exercer CONTROLE MENTAL à distância. Mas isso, embora fosse útil para os planos dos seus empregadores, não resolvia o problema, é claro. As pesquisas continuaram e, para mantê-las afastadas do público, em 1971 o Projeto Fênix foi transferido para uma base da Aeronáutica em Montauk, Nova York, e rebatizado como Projeto Montauk.
Em 1983, as investigações do Montauk acabaram por abrir um túnel temporal para o experimento de 1943, trazendo o USS Eldridge para o futuro. Isso se chama looping temporal e é um tema clássico da ficção científica. Os conspirólogos, no entanto, afirmam que a história do USS Eldridge é verdadeira. A Marinha americana, por sua vez, nega que tenha realizado o Experimento Filadélfia e diz que o Projeto Montauk não passa de lenda urbana.
Mas a história fica muito mais intrigante. Preston B. Nichols, um dos autores do livro citado lá no começo, sustenta que a experiência realizada em 1943 teria sido inspirada nos ensinamentos do satanista ALEISTER CROWLEY. E não é só. Um enigmático personagem chamado AL BIELEK, que afirma ter estado à bordo do USS Eldridge, diz que o experimento foi supervisionado por um consórcio de seres alienígenas que incluíam os populares GREYS e os misteriosos REPTILIANOS.
O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado em um fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari. O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário "asso" (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca queria o cavalo empinado em seus aviões porque o seu esquadrão, os "Battaglione Aviatori", foi inscrito num regimento da Cavalaria (forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipe. Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna e lá ele conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca.
A Condessa pediu que ele usasse o cavalo em seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em 1932. Ferrari ganhou. Ferrari continuou a utilizar o cavalo negro, contudo adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena.
O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni o usou também nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de fato um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas. O Cavalo empinado é hoje uma marca registrada da Ferrari.