Tem uma coisa que vem me deixando intrigado nos últimos tempos, talvez seja pela idade passando, esse negócio do Jesus Jovem.
Faz um tempinho tenho pensando nisso, no final do ano passado estive em uma reunião na mitra, com adultos e jovens que estão trabalhando ou trabalharam com jovens, e do meu lado sentou a minha amiga Flavia dos velhos e bons tempos de setor portão e como não paramos de conversar logo a Flávia veio com essa de apresentar esse Jesus Jovem a juventude, que esse deve ser um pouco do sentindo da evangelização, mostrar um Jesus presente, dinâmico e ativo no meio da juventude.
Assuntos
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Jesus era Velho–Rascunho
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
As chuvas em Curitiba 14/02/11
…Um dia a natureza com toda a certeza há de reclamar, com razão…
Então abaixo coloco a letra da música e também um link para ouvi-la, sendo executada pela galera do Blindagem e a Orquestra Sinfônica do Paraná… valeu e bom som…
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Rock in Rio
Nesses tempos de Rock in Rio… vale a pena lembrar o tema desse grande festival, quem quiser saber um pouco mais sobre como se deu a concepção desse grande evento, pode dar uma olhada no livro Aboboras ao Vento do públicitário Evandro Barreto.
Abaixo segue a letra e um link para ouvir a música
Todos numa direção
Uma só voz numa canção
Todos num só coração
Um céu de estrelas
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso outra vez
Que a gente não parasse mais de cantar
De sonhar
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso de vez
Que a gente não parasse mais de se amar
De se dar, de viver
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !
http://letras.terra.com.br/temas-de-tv/725506/
A letra é muito bacana e reflete bastante uma esperança daqueles tempos de abertura política, do sonho de uma país melhor, de uma irmandade através da música e do amor…
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Lenda das Cataratas do Iguaçu
Diz-se que, há muito tempo atrás, quando os índios Caigangues, que habitavam as margens dos rios Iguaçu e Paraná, acreditavam que o mundo era governado por M’Boy, ou Mbá, um deus que tinha a forma de uma serpente e era filho de Tupã.
O cacique dessa tribo, chamado Igobi, tinha uma filha, Naipi, tão bela que as águas do rio paravam quando a jovem nelas se mirava. Devido à sua beleza, Naipi foi consagrada ao deus M’Boy, passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá, que ao ver Naipi por ela se apaixonou.
Sete Quedas – Saudade e Homenagem
- Sete quedas por mim passaram,
e todas sete se esvaíram.
Cessa o estrondo das cachoeiras, e com ele
a memória dos índios, pulverizada,
já não desperta o mínimo arrepio.
Aos mortos espanhóis, aos mortos bandeirantes,
aos apagados fogos
de Ciudad Real de Guaira vão juntar-se
os sete fantasmas das águas assassinadas
por mão do homem, dono do planeta.
- Aqui outrora retumbaram vozes
da natureza imaginosa, fértil
em teatrais encenações de sonhos
aos homens ofertadas sem contrato.