domingo, 8 de novembro de 2009

Gráficos que podem mudar o mundo

A Guerra da Crimeia acontecia no mar Negro, entre 1853 e 1856: um conflito sangrento entre a Rússia e uma coligação entre Inglaterra, França e Império Otomano. Uma guerra normal, com os feridos e mortos de sempre. Mas, às vezes, temos a capacidade de aprender com as tragédias. E esse foi o caso das fatalidades na guerra: elas causaram uma revolução nos hospitais do mundo que, ainda hoje, reduz bastante o risco de morte por infecção hospitalar.


O cerne dessa revolução foi uma imagem. Uma imagem que não mostra campos de batalha, soldados feridos ou crianças mortas. É uma imagem de números - um gráfico. Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar estatísticas sobre a morte de soldados para pintar um retrato da situação. O diagrama revelou que a maioria dos soldados morria nos leitos de hospitais, e não nos campos de batalha - eram 10 vezes mais mortes causadas por tifo, cólera e disenteria do que por ferimentos de batalha. A falta de ar fresco, luz e higiene nos hospitais provocava milhares de mortes desnecessárias. Era a primeira vez que se via fatalidades militares com números - e o diagrama era tão dramático que o governo inglês resolveu melhorar as condições sanitárias dos hospitais militares. E, assim, reduziu a mortalidade de soldados de 42% para 2,2%. Tudo graças a uma imagem.

Visualização é isso: o poder de contar histórias e tomar decisões baseando-se em dados. Visualizações fazem com que assuntos complexos se tornem concretos e acessíveis. Em 2006, por exemplo, Al Gore transformou o debate mundial sobre aquecimento global ao subir em um guindaste para mostrar uma curva que representava o aumento de CO2 e da temperatura na Terra. Imagine se Al Gore, em vez de gráficos, tivesse mostrado apenas uma tabela de centenas de números? Quantas pessoas teriam entendido a gravidade da situação?

É por isso que a visualização é o fotojornalismo do século 21. Não só retrata os fatos da nossa época, mas motiva o debate. Visualizar dados governamentais, por exemplo, cria um espelho do país, mostrando suas conquistas e mazelas. E fazer isso não precisa ser complicado. Já há sites que disponibilizam, de graça, ferramentas sofisticadas de visualização. Quando eu criei o Many Eyes, imaginei um site onde qualquer um pudesse visualizar os dados que desejasse. Há pessoas que o usam para enxergar o conteúdo do freezer. Outras, os convidados de seu casamento. Crianças descobrem os tipos de meias que têm em casa. A habilidade de transformar números em imagens e entender o que elas significam será cada vez mais importante. Pois quem brinca de visualizar meias de familiares hoje visualiza o orçamento governamental amanhã.
Retrato de uma guerra, Florence Nightingale, 1858

Ao ver soldados morrendo na Guerra da Criméia, a enfermeira Florence Nightingale pintou um retrato em 3 categorias: azul para mortes infecciosas evitáveis; em vermelho, ferimentos de batalhas; em preto, demais causas. Vendo que os soldados morriam mais nos leitos que em batalhas, o governo inglês resolveu melhorar as condições sanitárias dos hospitais. A mortalidade de soldados foi então reduzida de 42% para 2,2%. Clique aqui para ver o original.


fonte: Revista Super Interessante Nov/2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Violência no Futebol Paranaense - Estragaram o último Atletiba

sou torcedor coxa branca... desde a primeira vez que entrei no Couto Pereira... e vi aquele mar verde branco... isso foi mais ou menos no ano de 1982... claro que levado pelo meu pai... desde então... sempre que posso vou ao estádio... mas já faz um bom tempo que vou com medo... clássicos tem anos que não vou...

e olhe que fui em muitos... alguns perdi... outros ganhei... atletibas... lembro de dois em especial... o 5x1 de 95... estava sentado embaixo da fanáticos... fui com um amigo atleticano e o único lugar que sobrou era lá... claro que não vibrei... mas foi muito legal... e outro atletiba inesquecivel... foi a final de 90... 2x2 Atlético campeão paranaense... gol contra do Berg... estava atrás do gol de fundo do Couto Pereira...

além é claro de lembrar de outros atletibas... com estádio dividido ao meio... era lindo de ver... no tempo que se o estádio não era dividido ao meio... toda a curva de entrada era ocupada pela torcida adversária... seja paranista... ou atleticana...

não sou contra as torcidas organizadas... pelo contrário... torcidas como a Império (embora a torcida dos meus tempos de moleque era a Mancha Verde... tem uma edição da Placar com o Milton - meia que jogou no Coritiba - onde a mancha esta fantasiada atrás do atleta no campo do Couto)... a Fanáticos... (embora coxa branca... essa torcida é maravilhosa... nunca vou esquecer aquela final de 90... a explosão da Fanáticos quando do empate do Atlético... e mais recentemente a Fúria Independente...

mas o fato ocorrido no último atletiba... veio manchar um pouco o brilho do jogo... é verdade que talvez tenha sido algo isolado... mas de qualquer forma eram dois jovens torcedores... cada um de um lado...

cogitou-se a possibilidade de clássicos com uma torcida só... não acredito que isso seja possível... não teria graça... as torcidas organizadas dão um colorido especial ao jogo... mas há necessidade de fazer algo... e esse algo tem que ser feito pelas torcidas...

não adianta dizer que são fatos isolados... e que estão acontecendo longe dos estádios... as organizadas tem na minha opinião... um pouco de responsabilidade sim... talvez até muita...

se queremos uma cultura de paz dentro dos estádios... temos que rever... os cantos é símbolos de nossas torcidas... quantas vezes nos deparamos com nossas torcidas cantando contra as outras... mesmo quando o adversário não é um dos times da capital...

todos os cantos são ofensivos... inclusive contra a polícia... são cantos que não demonstram amor ao time... e sim raiva... porque não dizer quase morte... ao adversário... será que não esta aí a criação do clima de confronto... que se irradia pelos quatro cantos da cidade...

e os comandos... ou facções... que se espalharam pela cidade... será que isso não tem contríbuido em muito para essa violência... lembro do tempo que não haviam os comandos... não haviam tantos confrontos como hoje em dia... olha... no atletiba da final de 90... fui em um onibus... com coxas e atleticanos... e todos numa boa... não haviam jovens... dependurados pelas janelas... entrando pela porta de trás... pulando catraca... havia um clima... se não de camaradagem... pelo menos de respeito...

e por último... sei que a pirataria hoje é grande... e pouco se faz para combate-la... mas acredito que as organizadas... devam tentar fazer algo... para diminuir o número de pessoas com suas camisas... sabe-se... e é notório... que muitas das confusões entre torcidas... não esta vinculada... a torcedores associados das mesmas... mas com certeza... já presenciei pessoas utilizando suas cores e seu nome... envolvendo-se em brigas... e quando isso ocorre... a violência é associada a ela... o que acaba por denegrir... a imagem das torcidas... pois esses elementos não sendo membros da organizada... as representam sim...

ou ao vende-las... fazer um cadastro inclusive com nome e foto digital... bem como endereço e outras informações... para que se forem identificados... possam ser presos... julgados e punidos... e não maculem a imagem das torcidas...

no dia 07 haverá uma caminhada pela paz... é um gesto concreto e importante... mas acredito que a proibição de usar as camisas das organizadas... é uma furada... não esta se promovendo a paz das organizadas... e sim fazendo um ato insitucional... as camisetas das organizadas deveriam sim ser utilizadas... para que aqueles que só querem confusão (e tenho certeza que esses não irão na caminhada)... possam ver na TV e nas fotos dos jornais... torcedores da fanáticos e de suas co-irmãs rubro negras... dos torcedores da império e suas co-irmãs alviverdes... dos tricolores de todas as denominações... e do Corinthians Paranaense... caminhando lado a lado... respeitando-se... e cantando pela paz...

H.E.R.O

H.E.R.O. é um jogo eletrônico da Atari 2600 lançado pela Activision em 1984. Tornou-se um dos títulos mais populares. A qualidade gráfica do jogo, era uma das melhores já vistas para o Atari; o silêncio absoluto é marcante ao clima de suspense. Como o próprio nome diz, você é um herói que deve resgatar sobreviventes, a dificuldade do jogo é elevada.

fonte: Wikipedia

Enduro

Enduro é um jogo de video game produzido pela Activision em 1983 para o console Atari 2600. Foi um dos últimos sucessos do Atari antes da crise na indústria eletrônica entre 1983 e 1984.


Jogabilidade

O jogador controla um carro, algo semelhante a um Fórmula 1 visto de trás, e deve manobrar um carro de corrida no National Enduro, uma corrida de resistência de longa distância, cujo percurso era aleatório. O objetivo da corrida é passar uma certa quantidade de carros a cada dia, para permitir ao jogador continuar correndo no dia seguinte. O jogador deve se desviar de outros pilotos, e passar 200 carros no primeiro dia, e 300 carros nos dias posteriores.
Conforme o tempo passada no jogo, a visilidade também mudava. Quando era noite no jogo o jogador só conseguia ver as luzes da traseira dos carros. Conforme os dias passam, os carros se tornam mais difíceis de ultrapassar. O clima e o tempo do dia influenciam a jogabilidade. O clima pode criar caminhos de gelo que limitam o controle do veículo, ou um pedaço de neblica que reduz a visibilidade.

Recepção

Enduro foi lançado em 1 de fevereiro de 1983 para Atari 2600. Na época de seu lançamento, se um jogador conseguisse correr por cinco dias ou mais, um troféu de corrida aparecia na tela. Se o jogador enviasse a fotografia do troféu para a Activision, eles receberiam um patch declarando eles como um "Activision Roadbuster"
O banco de dados online de video game Allgame se refere ao Enduro como "o melhor jogo de corrida disponível para Atari 2600.

fonte: Wikipedia

Space Invaders

Space Invaders (スペースインベーダー, Supēsu Inbēdā?) é um jogo de videogame de arcade desenhado pelo Tomohiro Nishikado, e lançado em 1978. Foi originamente construido pela Taito Corporation e um tempo depois foi licenciado para produção nos EUA pela Midway Games. Space Invaders foi um dos primeiros jogos de tiro com grafico bidimensional. O objetivo é destruir ondas de naves com um canhão à laser para ganhar o maior numero de pontos possivel. Para construir o jogo, Nishikado deu inspiração para a Midia popular, como Guerra dos Mundos e Star War.


Apesar de seus controles simples comparados com os jogos de hoje, este jogo ajudou a expandir a industria de video game para uma industria mundial. Quando o jogo foi primeiramente lançado, ele fez muito sucesso virando popular.

Características

Em Space Invaders o jogador controla os movimentos da arma "Laser Base", um canhão laser que se movimento na parte inferior da tela. Da parte superior marcham em direção ao canhão aliens organizados em linhas. O objetivo do jogador é evitar que os aliens atinjam a parte inferior da tela, para essa tarefa o canhão possui munição infinita para atirar. Ao acertar e destruir um número grande aliens os restantes começam a marchar mais rapidamente em direção ao jogador. Quando o jogador elimina todos os aliens uma nova formação é montada agora iniciando uma linha abaixo da formação anterior. Ocasionalmente uma nave surge voando na parte superior da tela e dá ao jogador pontos extras quando atingida.

Segundo Toshihiro Nishikado, designer do jogo, os aliens são inspirados na descrição dos invasores do romance A Guerra dos Mundos, do escritor Herbert George Wells. "Na história, os aliens se parecem com polvos. Eu desenhei o primeiro bitmap baseado nessa idéia, depois criei outros aliens parecidos com criaturas marinhas, como lulas e caranguejos." disse Nishikado. O designer também contou que a idéia inicial eram fazer os inimigos como aviões mas isso não foi possível devido as dificuldades técnicas da época. Nishikado também se mostrou contrário a idéia de colocar seres humanos como inimigos por considerar moralmente incorreto fazer os jogadores atirarem em imagens humanas.

Outro detalhe interessante obeservado nas primeiras versões do arcade em 1978, era que o jogo originalmenete se passava em uma tela em "reverso" na parte inferior do gabinete e refletido na forma correta em espelhos dentro do arcade, onde também se encontravam desenhos ao fundo. Com a ajuda da iluminação interna, todo este conjunto causava um belíssimo efeito tri-dimensional ao jogo. Tinha-se a ilusão de os gráficos estarem flutuando. Estes efeitos não mais foram obeservados nas versões futuras deste jogo e outros games.
Recepção da crítica

Space Invaders foi um sucesso e gerou centenas de milhões de dólares, não só para os desenvolvedores mas também para outras empresas que imitaram a fórmula de sucesso do jogo. A jogabilidade foi muito inovadora na época. Antes a maioria dos jogos tinha um tempo para acabar, já em Space Invaders o jogo só acabava quando o jogador perdesse suas três vidas, com isso a duração do jogo ficava nas mãos da habilidade dos jogadores.

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, NES e Colecovision. Clones de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.



Fonte: Wikipedia