quarta-feira, 14 de junho de 2023

O reconhecimento... uma pequena conquista nossa

 



Hoje aqui na EGDM tivemos a visita de uma pessoa muito bacana e um profundo conhecedor do nosso negócio, Comunicação Visual, com mais de 30 anos de experiência no mercado, tendo sido dono de um das principais empresas do setor, atendendo grandes contas não só em âmbito local, mas também nacional.

Já havíamos tido a oportunidade de trabalhar com ele há alguns anos atrás, e hoje nos contatou dizendo que gostaria de nos visitar para uma conversa, conversa mais que agradável, suas histórias de outro tempo da Comunicação Visual mereciam um livro.

Mas as histórias não foram o mais importante, o importante e o gratificante foi que ele veio nos propor uma parceria comercial, ele desfez a empresa que tinha com outros sócios e decidiu recomeçar um pequeno negócio para ele, para implementar as ideias que tinha mas que por um motivo ou outro não pode implementa-las e nos convidou para que fossemos seu fornecedor de serviços de corte em router para comunicação visual

Ao fazer a solicitação nos disse que gostou muito dos nossos serviços, a forma como conduzimos nosso negócio e atendemos a cada um de nossos clientes, disse ainda que tem muita lenha para queimar e que gostaria de ter uma empresa jovem que o ajudasse em seus pequenos delírios.

Agradecemos a ele a preferência e as palavras e renovamos o animo de que estamos no caminho certo e tendo a certeza de que o sucesso e a prosperidade são conquistadas nos pequenos detalhes de cada uma dos serviços que entregamos.

terça-feira, 30 de maio de 2023

Voltando

É bom voltar!!!! Sim voltarei a esse espaço!!! Nesses tempos de redes sociais, é bom ter um lugar mais calmo e tranquilo.

Nunca quis ser um blogueiro e nem nada desse tipo, mas sim sempre quis um espaço para despachar coisas, principalmente no formato de texto.

Tenho como projeto para os próximos 2 anos tentar o Mestrado, embora já a alguns anos longe dos estudos, sinto necessidade de treinar um pouco a escrita, e não tendo um outro local, esse velho e querido espaço é ideal para isso.

Quanto aos assunto serão os mais diversos, como diz a descrição do blog, sobre as coisas que gosto. 

A frequencia tentaremos manter uma vez por semana...

Grande abraço e nos encontramos por aqui....

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Carta para o Kauan

 Caro Kauan...

 

E então como é que tá esse coração? Deve estar quentinho e com um monte de coisas rolando aí na sua cabeça!!! Cara é uma sensação muito boa né? Saber que tanta gente te admira e gosta de verdade de você, mesmo que no dia a dia da nossa vida corrida não fique muito claro.

Temos dificuldades às vezes de demonstrarmos nossos sentimentos, principalmente os bons, os maus sentimentos vemos todos os dias nas ruas, escolas, televisões e por aí vai.

E momentos como esse que você viveu nesses 3 dias nos ajudam a olhar o mundo a partir de uma outra perspectiva, uma perspectiva de um mundo melhor, uma perspectiva de sonhos, possibilidades e um pouco de poesia.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

um novo tempo


Hoje depois de muitas indas e vindas... se descortina o futuro, um futuro diferente, mas dentro de uma perspectiva muito positiva.
Retorno ao mercado, mas retorno mais maduro e consciente das dificuldades e das possibilidades. Vamos lá...


quarta-feira, 20 de maio de 2020

Divagações!!!!

Hoje é dia 20 de maio de 2020. Não sei ao certo porque comecei esse parágrafo. Sei apenas que se abriu essa página é do nada comecei a digitar.
Logo de cara tentando entender o motivo, lembrei do filme Encontrando Forester - aquele com o Sean Connery é o Rob Brown - em que o escritor recluso e solitário, ajuda o rapaz a desenvolver seu talento como escritor. 
Não sei se desenvolver o seu talento seria a colocação correta, acredito que esteja mais para ajudar a aflora-ló, já que o personagem título diz que para escrever é preciso escrever, e para isso pede para que o jovem sente-se a máquina de escrever (tenho vontade de ter uma novamente) e datilografe (escreva - digitar hoje em dia).
Bom, lá se vão 3 parágrafos e vou entrando pelo 4° sem ao certo saber o porque estou escrevendo, já que não havia uma ideia ou algo a escrever, só abri a página e lá se vão algumas letras que se incomodam um pouco na minha cabeça por estarem sendo assim jogadas ao leu.
Para você caro leitor saber o que se passa nesse exato momento na minha cabeça, o meu lado racional está me lembrando do filósofo Schopenhauer, uma vez li um livrinho dele sobre a Arte de Escrever em que ele diz que se não tiver nada para escrever não escreva, mas como se a página se abriu e pela primeira vez em muito tempo paro para fazer quase isso.
De tudo isso chego a conclusão que Neruda estava certo, para escrever basta iniciar com uma letra maiúscula e terminar com um ponto final. E é isso que vou fazer ponto final.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Missão 78.

Bom dia!!! Hoje por recomendação medica estou iniciando uma dieta. O objetivo é perder pelo menos 15 Kg.
Não faço isso por uma questão estética,  mas pelo meu filho de 4 anos. Quero poder daqui a alguns anos proporcionar a ele algumas coisas que vivi com o meu pai.
Vamos lá!!!!
Peso: 93Kg
Idade metabólica: 61anos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Sobre a Igreja

Não temos como renovar a igreja se não pensarmos a longo prazo. E isso passa essencialmente pelo que pensamos e queremos para nossas crianças, jovens e adolescentes.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Uma Cantiga

No escuro da noite
te acolher em um abraço
cantar em teus ouvidos
um canto já cantado


Resgatar a tua paz
enxugar as tuas lágrimas
e sentir suspirado
o teu obrigado


Devolver seu lugar
sem medo
feche seus olhos
o pior já passou


Se precisar de novo
sabe por onde estou...

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Um pitaco sobre a Reforma Política no Brasil

Eu acredito que a quantidade de partidos não seja um problema para a política e a sociedade brasileira.
Defendo a criação de quantos partidos a sociedade ou os indivíduos queiram que exista.
No entanto, sou contra a utilização de dinheiro público para financiamento de partidos ou campanhas eleitorais, uma vez que você congrega um determinado número de pessoas, elas devem ser responsáveis pela forma como suas idéias e organização serão divulgadas e mantidas.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Pensamento How I meet your Mother

Para os baladeiros de plantão:

Nada. Mas nada mesmo de bom acontece após duas horas da manhã. 
Sério, vá para casa que é melhor!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

2ª Conversa com meu Filho

Olá amigo/a
Espero que esteja tudo bem
Hoje contamos para seus avós e tios
Todos ficaram felizes e alegres
P.S - Faziam 25 dias que não chovia em Curitiba
         Hoje choveu

18/08/15

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Sobre Hoje!!

Passou, simples assim... chegou ali pela zero hora... me encontrou umas seis horas depois... me arrebatou e ganhou de verdade a partir das nove... no meio dele aquela parada... saciada fome... tempo de esperar pelo resto que viria... e aqui estamos...

20:00 hrs
13/09/16



Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

1ª Conversa com meu Filho



Não sei seu nome
Não conheço seu rostinho
Não sei como você vai ser
Aliás sei sim, uma coisa
Sua mãe me disse que você
É menor que um grãozinho de arroz
Seja bem vindo/a
Esse mundo é meio louco e esquisito
Você vai ver
Mas estarei sempre aqui!!!!
Aureo
P.S: Não sei se você ouviu, mas coloquei
        uns sons que espero que você tenha
        gostado
I am Believer - The Monkees
Todas as ruas do Amor - Flor de Lisboa
Desfado
Son of a preacher man
Suspiros Mind - Elvis Presley
17/08/15 - 23:12 Segunda Feira

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

MENINOS EU VI*

Meninos eu vi... não me contaram... não sonhei... meninos eu vi... como milhares espalhados pelo  mundo eu vi... meninos eu vi... como esses olhos que a terra um dia há de comer... sim eu vi... em um primeiro momento incrédulo por aquilo que via... em um segundo momento deleitado por tamanha beleza e facilidade... daqui a alguns anos nos lembraremos desse dia e eu como testemunha televisiva do acontecido... vou poder dizer do sofá ou poltrona onde estiver... que sim eu vi... e vivi... esse dia... falarão e cantarão as duplas... trios e corais o fim de uma era... o fim de uma magia que já não é mais nossa... mas que desfila nos campos e salões de terras longínquas... ontem fez-se, escreveu-se um novo capítulo de uma velha história... dizem que não se pode ensinar uma nova melodia a um velho maestro... mas meninos eu vi... vi ser dançado e resgatado um velho estilo... a velha escola estava de volta... passes... paradas... deslocamentos... dribles... tabelas... a velha magia estava de volta... meninos eu vi... algo que só tinha ouvido falar... que era muito criança para entender ou lembrar... mas que estava ali diante de mim pela tela da TV... os nomes eram estranhos e diferentes daqueles que crescera admirando sem conhecer... mas só podia ser deles que meu pai... tios... avós... livros... falavam... meninos eu vi... não um show... não uma festa... não meus caros meninos... vi uma aula... dessas que arrepende-se quando se cabula... em que o mestre se prepara para a última e mais importante aula da sua vida... como se depende-se daquilo para entrar... ou melhor fazer a história... meninos eu vi... a história ser escrita... talvez hoje não tenha mais importância... mas jamais da minha memória e do mundo esse dia será esquecido... meninos eu vi... a Alemanha ganhar de 7x1 do Brasil... no Brasil... na semifinal da Copa em 2014... sim... Meninos eu vi.

* título inspirado no poema I Juca Pirama de Gonçalves Dias e no personagem Juca Pirama da novela Salvador da Pátria que usava essa expressão.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Walkman

Acordou cedo, fez os alongamentos recomendados pelo amigo estudante do terceiro ano de Educação Física – mas não todos – pois achou que deveria impressionar no parque, apanhou sua fita que fora preparada nos últimos 15 dias para a ocasião, vestiu a bermuda e a camiseta compradas na loja de artigos esportivos mais cara da cidade, calçou o tênis de corrida mais moderno que a propaganda pode vender, apanhou as chaves do carro, dirigiu-se a garagem onde estava o carro esporte, meio empoeirado para fazer tipo de aventureiro, abriu a garagem e partiu em direção ao parque escolhido, o mais movimentado onde poderia ver e ser visto.
Fazia pouco mais de vinte dias que havia tomado àquela decisão, para ser mais preciso foi na noite de ano novo, que contagiado por aquela alegria das decisões futuras, surgiu com a novidade que mudaria a sua vida no próximo ano. Refletiu no curto espaço de tempo, entre uma bebida e outra, o quanto havia sido sedentário nesses anos todos.
Passará os últimos trinta e poucos anos de sua vida, tinha quarenta e alguma coisa, sem fazer nenhum tipo de exercício físico, é verdade que por vezes ia a algum parque iniciar uma caminhada, que se encerrava logo que encontrava um boteco ou lanchonete, onde se sentava preguiçosamente de frente para a pista de caminhada, e saboreava uma bela gelada olhando o movimento – meninas para ser mais preciso, explicando melhor meninas com mais de 18 anos – que fazia cansá-lo de tanto olhar de um lado para outro.
Com o passar da idade e influenciado – dizia – pela mídia, cada vez mais se vestia como os jovens, sempre de calça jeans, camiseta e tênis, (às vezes para dar um visual mais sério um blazer por cima desta combinação para dar um toque casual e chique falava) contrastando com a calvice proeminente e os últimos cabelos já grisalhos, charme segundo ele e a piada de sempre: é dos carecas que elas gostam mais.
Era funcionário público, desde que foi aprovado em um concurso no final dos anos 80, como tinha quase 23 anos de serviços prestados a repartição, era considerado (achava-se!) chefe do setor, então se dava o direito de chegar atrasado dia sim e dia também.
Enfim era um homem/moleque de quarenta e tantos anos, que acreditava piamente que não passava de um rapazola recém-saído de casa, coisa que não havia ainda acontecido, segundo, por desejo de sua mãe que de tão apegada jamais cogitou a saída dele de sua casa. Com isso embora fosse de certa forma apresentável (na opinião da sua mãe) em sua juventude, essa dependência materna justificava o fato de não ser casado.
Mas não havia desistido, tanto que durante a semana em mais de um dia, vestia seu uniforme: jeans, camiseta, tênis e blazer, e ia para as baladas mais badaladas da cidade (motivo dos atrasos no trabalho) paquerar as meninas e fazer um social. É importante frizar que em todas as casas noturnas era super esperado, por ser cool e boa praça (nas suas palavras), pelas meninas que o esperavam ansiosamente para dividirem com ele a mesa sempre farta de bebidas caras. Um Bon Vivant como gostava de afirmar.
Seus amigos todos na noite de ano novo receberam com certa galhofa, tipico de momentos como este, aquela decisão, pois todos imaginavam que aquilo não duraria a primeira madrugada de ano novo, e que o motivo real dessa decisão era para tentar impressionar a bela morena (já que tinha ficado impressionado com ela), convidada da anfitriâ, que entre um elogio e outro justificava que a razão de seu belo corpo era resultado da pratica frequente de Cooper.
Decisão tomada e anunciada faltava descobrir onde ela praticava suas corridinhas.
Em um momento de descuido, dela, aproximou-se como quem não quer nada, dizendo aqueles ganteios que todo homem diz, quando quer parecer aquilo que não é, mas descobriu onde ela corria e o principal; era solteira!
Ele era todo sorriso, ela nem aí, quando meio que para escapar dele, bem blase, concordou que qualquer dia poderiam correr juntos.
Acordou cedo, fez os alongamentos recomendados pelo amigo estudante do terceiro ano de Educação Física – mas não todos – pois achou que deveria impressionar no parque, apanhou sua fita que fora preparada nos últimos 15 dias para a ocasião, colocou no walkman, vestiu a bermuda e a camiseta compradas na loja de artigos esportivos mais cara da cidade, calçou o tênis de corrida mais moderno que a propaganda pode vender, apanhou as chaves do carro, dirigiu-se a garagem onde estava o carro esporte, meio empoeirado para fazer tipo de aventureiro, abriu a garagem e partiu em direção ao parque onde a morena por quem estava apaixonado a mais ou menos vinte dias, sem ter trocado mais do que meia duzia de palavras, corria todos os sábados a partir das oito horas da manhã.
Na primeira vez que ela passou por ele no parque, ele justificou que ainda não poderia acompanhá-la, pois seu preparador físico passara uma série de alongamentos e que ainda faltava alongar – com cara de entendido - o adutor da parte posterior da coxa, mas que logo a alcançaria. Na segunda passagem tomou coragem e a acompanhou.
Quem viu a reportagem de TV desde o começo, sobre os perigos que correm os atletas de fim de semana, comentou que a reportagem foi motivada por um homem de quarenta e poucos anos que sofreu um infarto, e que nem mesmo a respiração boca a boca, conseguiu salvá-lo, para desespero da bela corredora que o acompanhava.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Etica

Só posso dizer que uma determinada atitude é Ética ou não quando posso compreender o processo de tomada de decisão de uma pessoa.
Em transito

sábado, 10 de março de 2012

Oficina de Exposição Escrita 1º Dia

Chegando agora da Oficina de Exposição Escrita!

O mais perto que cheguei de um pretenso texto foi:

Cuidado
Troca entre duas pessoas
... Sentimento de quem ama
Possibilidade de todo mundo
O cuidado faz toda a diferença
Experimente

Teve outro também cujo título é o seguinte:
Alerta para mim mesmo na perspectiva de acreditar que o tamanho faz toda a diferença, mas esperando que Helena Kolody onde estiver não me ouça

é assim o texto
Dificil escrever sob encomenda
Quem dirá sob pressão
Mesmo assim cuidado
Para na próxima oficina
Não ficar nas 9 linhas